domingo, 27 de dezembro de 2009

Datafolha: Richa é o melhor prefeito do Brasil pela 7ª vez consecutiva


O ano não poderia terminar melhor para o prefeito de Curitiba, Beto Richa. Depois de aparecer na frente para o governo do Paraná nas últimas pesquisas do Ibope, do Datafolha e da Paraná Pesquisas, o último levantamento Datafolha com o ranking da popularidade dos prefeitos das principais capitais mostrou, mais uma vez, Beto disparado na liderança.


O prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), ficou em primeiro lugar no ranking nacional de prefeitos do Datafolha, divulgado neste domingo (27). Richa obteve 84% de conceitos ótimo e bom na aprovação da administração, com nota geral 7,9.


É a sétima vez consecutiva, desde 2007, que Richa lidera o ranking nacional do Datafolha. Richa melhorou seu desempenho em relação à última avaliação, de março de 2009, quando tinha 82% de conceitos ótimo e bom e nota 7,8.


A pesquisa foi feita nas nove principais capitais. Em segundo vem Marcio Lacerda (PSB), de Belo Horizonte, com 50% de ótimo e bom e nota 6,4; na sequência aparecem José Fogaça (PMDB), de Porto Alegre, com 38% e nota 5,9; João da Costa (PT), com 30% e nota 5,6; Gilberto Kassab (DEM), de São Paulo, com 39% e 5,4, Dario Berger (PMDB), com 35% e 5,3; Luizianne Lins (PT), de Fortaleza, com 33% e 5,1;, Eduardo Paes (PMDB), do Rio de Janeiro, 29% e nota 5; e João Henrique Carneiro (PMDB), de Salvado, com 25% e 4,9.


Richa tem a menor rejeição entre os prefeitos, de apenas 5%. A pesquisa foi feita de 14 a 18 de dezembro, com 413 entrevistas em Curitiba. A margem de erro é de 3 pontos.


Fonte: www.fabiocampana.com.br

sábado, 19 de dezembro de 2009

Curitiba buscará recursos a fundo perdido do PAC 2 para o metrô

Os recursos para a implantação da Linha Azul, a primeira linha de metrô da Rede Integrada de Transporte de Curitiba, poderão vir do PAC2, Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal que será definido nos primeiros meses de 2010. Esse foi o resultado da reunião do prefeito Beto Richa com o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, que aconteceu nesta sexta-feira (18), na Prefeitura de Curitiba.


A decisão foi tomada pelo prefeito diante da definição do Governo Federal de que os recursos para o PAC da Copa, que vêm sendo negociados pela Prefeitura de Curitiba e Ministérios, resultariam em financiamento com recursos da Caixa Econômica Federal. "Seria um financiamento de 30 anos e de alto custo, que comprometeria a capacidade de endividamento da Prefeitura. Vamos agir com responsabilidade e buscar recursos do Governo Federal a fundo perdido, como aconteceu em outras cidades ", disse Richa, que citou ainda a possibilidade de, além dos recursos do governo federal, haver a formação de uma PPP (parceria público-privada) para a implantação da Linha Azul, como é chamada a linha do metrô de Curitiba.


"Esta foi uma decisão mais sólida. Fica mais coerente com o que estamos fazendo com outras cidades. Porto Alegre também queria uma linha de metrô no PAC da Copa. Porto Alegre vai esperar, não terá o metrô no PAC da Copa. Mas já combinamos com a Prefeitura de Porto Alegre que será negociado no PAC2", justificou o ministro. "Com a negociação do metrô de Curitiba para o PAC2, pode ser viável buscarmos recursos para os 22km de extensão e não apenas para o primeiro trecho", disse Paulo Bernardo. "Não vemos nenhuma razão para não termos parceria com a Prefeitura de Curitiba neste projeto", afirmou.

As conversas para o PAC2 começam na semana que vem, quando haverá, em Brasília, uma reunião com a participação de representantes da Prefeitura de Curitiba e Ministérios do Planejamento e Cidades. A Prefeitura também deverá informar quais são as outras obras que poderão entrar no PAC da Copa, com a retirada do metrô deste PAC.


Com a decisão, ainda não está certo se a Linha Azul, ou o primeiro trecho dela (do CIC Sul à Praça Eufrásio Correia) estará em funcionamento até a Copa do Mundo de 2014. "Se não for possível, o nosso atual modal, o ônibus, estará adequado para atender durante os jogos", disse Richa. "A FIFA não exige a implantação do metrô para a realização dos jogos, mas que haja melhorias na infraestrutura da cidade e na mobilidade, e isto será feito."


De acordo com Paulo Bernardo, independentemente da retirada do projeto do Metrô do PAC da Copa, os recursos já garantidos pelo Governo Federal para a avenida Cândido de Abreu, no Centro Cívico, que será revitalizada para receber a passagem do novo ônibus Ligeirão Boqueirão/Centro Cívico e ganhará um calçadão para pedestres, o Sistema Integrado de Mobilidade e a ligação Aeroporto-Rodoviária, com a revitalização da avenida Comendador Franco, já estão confirmados. Estas obras, que vão melhorar a infraestrutura e a mobilidade da cidade para a Copa do Mundo de 2014, terão recursos do PAC da Copa que totalizam, até agora, R$ 178 milhões.


Fonte: www.curitiba.pr.gov.br

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Prefeitura entrega neste sábado a pista de skate da Praça do Gaúcho


A mais antiga pista de skate de Curitiba, na praça do Rendentor (praça do Gaúcho), no São Francisco, está como nova. A Prefeitura entrega neste sábado (19), às 16h, a pista reformada. No domingo (20), uma grande festa com DJs, bandas e apresentação de skatistas profissionais marca a primeira reforma da mais tradicional pista de skate da cidade.


"A pista do Gaúcho é uma referência para o skate curitibano. Muitos atletas tiveram o primeiro contato com o esporte nessa pista, que agora está ainda melhor e mais adequada para as manobras", diz o prefeito Beto Richa. Entre os nomes confirmados para testar a nova pista do Gaúcho estão Daniel Vieira, Diego Oliveira, Rodil Júnior (Ferrugem), além de outros atletas.


Essa é a primeira reforma desde a inauguração da pista, em 1978. A principal interferência feita pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente foi no piso da pista. O antigo pavimento de cimento bruto foi raspado e recebeu uma nova camada de granitina (cimento misturado com pedriscos). Depois foi lixado e recebeu uma camada de impermeabilizante, deixando a superfície mais lisa.


O material do novo piso foi sugerido pelos skatistas que usam a pista. Mais lisa e uniforme (sem rachaduras), o piso melhora o desempenho dos atletas. "Ouvimos quem mais entende do assunto", revela o secretário municipal do Meio Ambiente, José Antonio Andreguetto. A obra faz parte de uma emenda orçamentária do vereador Luiz Felipe Braga Cortes. "É um espaço histórico da cidade e merece esta atenção especial", diz Braga Cortes.


Curitiba tem atualmente 23 pistas de skate, cinco delas implantadas pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente desde 2005. Todas são para recreação e iniciantes no esporte, e ficam em diferentes regiões da cidade.


Em agosto de 2007, foi inaugurada a maior pista pública de skate da cidade, com 450 metros quadrados. A pista fica dentro do Centro de Esporte e Lazer, Avelino Vieira, no Bacacheri. Por dia, usam a pista mais de 500 praticantes de skate de diferentes idades e regiões da cidade.


Locais da cidade com pistas públicas de skate

ADOLFO HILÁRIO DA VEIGA - CIC

AFONSO BOTELHO - AGUA VERDE

ANHANGAVA - UBERABA

ARROIO CERCADO - SITIO CERCADO

BENTO MOSSURUNGA - JARDIM DAS AMÉRICAS

BERNARDO MANOEL HOSTIN - BAIRRO ALTO

CENTRO ESPORTIVO AVELINO VIEIRA - BACACHERI

ENOCH ARAÚJO RAMOS - CIC

JARDIM AMBIENTAL - ALTO DA RUA XV

JOSÉ BÓRIO -CIC

JOSÉ LUIZ FRANCESCHI - SÍTIO CERCADO

MANÉ GARRINCHA - CIC

MARCO AURÉLIO MALUCELLI - SANTO INÁCIO

MÁRIO VENDRAMEL - PRADO VELHO

NELSON SATERNASKI MONTEIRO - XAXIM

PARQUE LINEAR CAJURU - CAJURU

PIAZZA SAN MARCO - SANTA FELICIDADE

REDENTOR (PRAÇA DO GAÚCHO) - SAO FRANCISCO

SIEGFRIED RIGLER - SAO LOURENÇO

SOLDADO WAGNER ALVES SAMPAIO - TATUQUARA

*XAXIM

*CIC

*SÍTIO CERCADO

* Praças sem denominação


Fonte: www.curitiba.pr.gov.br

Carta de Aécio Neves aos Companheiros do PSDB

Belo Horizonte, 17 de dezembro de 2009.


Presidente Sérgio Guerra,


Companheiros do PSDB,


Há alguns meses, estimulado por inúmeros companheiros e importantes lideranças da nossa sociedade, aceitei colocar meu nome à disposição do nosso partido como pré-candidato à Presidência da República.


Como parte desse processo, defendi a realização de prévias e encontros regionais que pudessem levar o PSDB a fortalecer a sua identidade e integridade partidárias.


Assim o fiz, alimentado pela crença na necessidade e possibilidade de construirmos um novo projeto para o país e um novo projeto de País.


Defendi as prévias como importante processo de revitalização da nossa prática política. Não as realizamos, como propus, seja por dificuldades operacionais de um partido de dimensão nacional, seja pela legítima opção da direção partidária pela busca de outras formas de decisão. Ainda assim, acredito que teria sido uma extraordinária oportunidade de aprofundar o debate interno, criar um sentido novo de solidariedade, comprometimento e mobilização, que nos seriam fundamentais nas circunstâncias políticas que marcarão as eleições do ano que vem.


A realização dos encontros regionais foi uma importante conquista desse processo. O reencontro e a retomada do diálogo com a nossa militância, em diversas cidades e regiões brasileiras, representaram os nossos mais valiosos momentos. A eles se somaram outros encontros, também sinalizadores dos nossos sonhos, com trabalhadores, empresários e outros setores da nossa sociedade.


Ouvindo-os e debatendo, confirmei a percepção de um País maduro para vivenciar um novo ciclo de sua história. Pronto para conquistar uma inédita e necessária convergência nacional em torno dos enormes desafios que distanciam nossas regiões umas das outras, e em torno das grandes tarefas que temos o dever de cumprir e que perpassam governos e diferentes gerações de brasileiros.


Ao apresentar o meu nome, o fiz com a convicção, partilhada por vários companheiros, de que poderia contribuir para uma construção política diferente, com um perfil de alianças mais amplo do que aquele que se insinua no horizonte de 2010. E as declarações de líderes de diversos partidos nacionais demonstraram que esse era um caminho possível, inclusive para algumas importantes legendas fora do nosso campo.


Defendemos um projeto nacional mais amplo, generoso e democrático o suficiente para abrigar diferentes correntes do pensamento nacional. E, assim, oferecer ao país uma proposta reformadora e transformadora da realidade que, inclusive, supere e ultrapasse o antagonismo entre o “nós e eles”, que tanto atraso tem legado ao País.


Devemos estar preparados para responder à autoritária armadilha do confronto plebiscitário e ao discurso que perigosamente tenta dividir o País ao meio, entre bons e maus, entre ricos e pobres. Nossa tarefa não é dividir, é aproximar. E só aproximaremos os brasileiros uns dos outros, através da diminuição das diferenças que nos separam.


O que me propunha tentar oferecer de novo ao nosso projeto, no entanto, estava irremediavelmente ligado ao tempo da política, que, como sabemos, tem dinâmica própria. E se não podemos controlá-lo, não podemos, tampouco, ser reféns dele…


Sempre tive consciência de que uma construção com essa dimensão e complexidade não poderia ser realizada às vésperas das eleições. Quando, em 28 de outubro, sinalizei o final do ano como último prazo para algumas decisões, simplesmente constatava que, a partir deste momento, o quadro eleitoral estaria começando a avançar em um ritmo e direção próprios, e a minha participação não poderia mais colaborar para a ampla convergência que buscava construir.


Durante todo esse período, atuei no sentido de buscar o fortalecimento do PSDB.


Deixo a partir deste momento a condição de pré-candidato do PSDB à Presidência da República, mas não abandono minhas convicções e minha disposição para colaborar, com meu esforço e minha lealdade, para a construção das bandeiras da Social Democracia Brasileira.


Busco contribuir, dessa forma, para que o PSDB e nossos aliados possam, da maneira que compreenderem mais apropriada, com serenidade e sem tensões, construir o caminho que nos levará à vitória em 2010.


No curso dessa jornada, mantive intactos e jamais me descuidei dos grandes compromissos que assumi com Minas, razão e causa a que tenho dedicado toda minha vida pública.


Ao deixar a condição de pré-candidato à Presidência da República, permito-me novas reflexões, ao lado dos mineiros, sobre o futuro.


Independente de nova missão política que porventura possa vir a receber, continuarei trabalhando para ser merecedor da confiança e das melhores esperanças dos que partilharam conosco, neste período, uma nova visão sobre o Brasil.


É meu compromisso levar adiante a defesa intransigente das reformas e inovações que juntos realizamos em Minas e que entendemos como um caminho possível também para o País. Continuarei defendendo as reformas constitucionais e da gestão pública, aguardadas há décadas; a refundação do pacto federativo, com justa distribuição de direitos e deveres; e a transformação das políticas públicas essenciais, como saúde, educação e segurança, em políticas de Estado, acima, portanto, do interesse dos governos e dos partidos.


Devo aqui muitos agradecimentos públicos.


À direção do meu partido e, em especial, ao senador Sérgio Guerra pelo equilíbrio e firmeza com que vem conduzindo esse processo.


Aos companheiros do PSDB, pelas inúmeras demonstrações de apoio e confiança.


Manifesto a minha renovada disposição de estar ao lado de todos e de cada um que julgar que a minha presença política possa contribuir, seja no plano nacional ou nos planos estaduais, para a defesa das nossas bandeiras.


Aos líderes de outras legendas partidárias, pela coragem com que emprestaram substantivo apoio não só ao meu nome, mas às novas propostas e crenças que defendemos nesse período.


Nos reencontraremos no futuro.


A tantos brasileiros, pelo respeito com que receberam nossas idéias.


E a Minas, sempre a Minas e aos mineiros, pela incomparável solidariedade.


Aécio Neves

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Estúdios de tatuagem e Prefeitura se reúnem


Representantes dos tatuadores e aplicadores de piercing de Curitiba, das secretarias municipais da Saúde e das Finanças e da Câmara Municipal estão formando um grupo de trabalho que se reunirá, a partir de março de 2010, para deliberar sobre o que fazer para legalizar estúdios informais e melhorar a qualidade dos serviços prestados por esses estabelecimentos. A decisão decorre da audiência pública realizada nesta quarta-feira (16), com a participação de todos aqueles segmentos. "Nossa intenção é que Curitiba tenha a melhor prática do Brasil nessa área", disse a superintendente de gestão da Secretaria Municipal da Saúde, Eliane Chomatas.



Durante a audiência, cerca de cinqüenta tatuadores e aplicadores de piercing atuantes na cidade receberam novas informações sobre a prevenção de doenças transmitidas pelo sangue e pelas secreções. As hepatites B e C - que estão entre as principais doenças também sexualmente transmissíveis - mereceram destaque, com a convocação de todos os profissionais para se vacinarem. Das duas, apenas a do tipo B é prevenível por vacina. Eles também foram orientados sobre a necessidade de estar com licença sanitária e alvará em dia e, no caso dos que ainda não estão legalizados, de procurar a Prefeitura.


Foi o que fez a tatuadora Danniella Karinny Ferreira de Souza, que se legalizou no ano passado, depois de onze anos na informalidade. "Sempre fiz tudo direitinho mas tinha receio de chegar na Prefeitura. Conversando com o pessoal da Vigilância Sanitária, vi que a coisa não é tão complicada assim e agora tenho o meu estúdio totalmente organizado também na parte fiscal", conta a profissional, que se ressente apenas da falta de escolas para aperfeiçoamento na cidade. "É perfeitamente possível que todos sigam esse exemplo", disse o vereador Jair Cézar, autor da lei 10.557/02, que disciplina a realização dos procedimentos em menores de idade.


Cuidados - Aplicação de tatuagem ou piercing em condições inadequadas de higiene podem ocasionar sangramento intenso, dificuldades respiratórias e quelóides, além de ser meio de transmissão de doenças graves como hepatites B ou C, tétano, sífilis e aids. Para preservar desses riscos tanto o cliente como o aplicador, é necessário fazer a correta higienização das mãos e usar luvas e máscara descartáveis, assim como os instrumentos que entrarão em contato com a pele também limpa do cliente.



Para o público, a garantia de que esses cuidados serão observados estão na apresentação de alvará e a licença sanitária. Esses documentos, que devem ser afixados em local de fácil consulta pelos clientes em potencial, significam que as leis 9.000/96 (Código de Saúde), 13.301/01, decreto 5.711/02 e resolução 126/07 estão sendo acatadas e, por isso, o estabelecimento é considerado idôneo para a realização daqueles procedimentos.


Fonte: www.curitiba.pr.gov.br/

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Economia Verde

Artigo do Governador de São Paulo, José Serra, publicado no Jornal O Globo.



Esquenta a reunião da ONU em Copenhague, sobre as mudanças climáticas. Importantes nações, entre as quais EUA, China, Japão e Índia, anunciaram sua disposição em reduzir emissões de gases de efeito estufa (GEE). Vamos ver se é verdade e torcer para que haja um amplo acordo diplomático para enfrentar o aquecimento global do planeta.


Inicialmente tímido, o Brasil também melhorou sua posição, o que é positivo. Não se deve temer a agenda ambiental, como se ela representasse uma ameaça ao crescimento da economia. Pelo contrário. Contando com o ativismo do Estado, e graças ao enorme potencial das energias renováveis em nosso país, excelentes oportunidades podem se abrir para o desenvolvimento sustentável brasileiro.


Por essa razão vim para a Dinamarca por três dias. Primeiro, quero mostrar a política de mudanças climáticas de São Paulo, recentemente transformada em lei estadual. Mais que a meta de redução de 20% nos GEEs até 2020, com base em 2005 — redução absoluta, diga-se, não mera reversão de tendências — os compromissos públicos exigidos abrem uma rica, embora dificílima, agenda de trabalho ambiental na próxima década.


Destaco que a nova lei obriga, no prazo de um ano, ao governo de São Paulo apresentar um plano para o transporte sustentável no estado.

Definitivamente, chegou a hora de colocar as ferrovias e hidrovias no primeiro plano das estratégias de crescimento. Muito investimento terá que ser feito para equilibrar e articular os modais de transporte de cargas. Quanto à mobilidade urbana, nosso plano de expansão do transporte metropolitano, em execução, configura o maior projeto de transporte público já realizado no Brasil. Vamos investir, nesses quatro anos, R$ 20 bilhões em Metrô, CPTM e EMTU/SP, abrindo caminho para quadruplicar a rede sobre trilhos com qualidade de metrô (linhas novas e modernização das antigas linhas de trens urbanos). E até 2020 o transporte sustentável terá que avançar ainda mais, pois facilitar o deslocamento das pessoas e reduzir a necessidade de utilização do transporte individual reduzem a poluição atmosférica e rebaixam a emissão de CO2.


Uma razão mais pessoal me trouxe a Copenhague. Como economista, entendo que o processo em curso, de descarbonização das economias, levará a um novo padrão de produção e de consumo no mundo. Distinto daquele erigido desde a Revolução Industrial no século XVIII, nasce outro paradigma na geração de riquezas, que levará finalmente à economia verde, gerando novos empregos e renda para combater a desigualdade social. Acredito que, nessa construção, os países e as empresas que tomarem a dianteira das inovações tecnológicas sairão ganhando na competição internacional.


Nós não podemos perder essa chance da história, transformando o Brasil numa verdadeira potência ambiental.

O tema é fundamental. Estamos em São Paulo preparando, através da Nossa Caixa Desenvolvimento, agora nossa agência de fomento, um amplo programa de financiamento, da ordem de R$ 1 bilhão, com juros reduzidos, para as empresas investirem na redução de suas emissões de GEEs. Não adianta apenas bradar pelas mudanças ecológicas, nem definir metas vazias. É necessário incentivar os setores empresariais, na indústria, na agricultura e nos serviços, a promoverem as modificações necessárias à futura economia de baixo carbono.


No Brasil, sabidamente, o desmatamento representa a grande fonte de emissões de GEEs. Isso não pode continuar. Seja articulando para que o mecanismo conhecido como REDD (Redução de Emissões para desmatamento e Degradação) se transforme em realidade, seja melhorando, em muito, a fiscalização ambiental na Amazônia, torna-se necessário estancar a devastação florestal, certamente a pior forma de crescer uma economia regional.


Quero, todavia, chamar a atenção para a importância da recuperação ambiental das áreas degradadas.


Em São Paulo, onde viramos a página do desmatamento, estamos reflorestando as matas ciliares do território, protegendo rios, córregos e nascentes d’água.

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente já cadastrou 370 mil hectares de áreas em recuperação, dentro de uma meta que visa chegar a 2020 com um milhão de hectares recuperados. Devido à fotossíntese realizada nas plantas, o potencial de absorção de CO2 da atmosfera é notável, atingindo 65 milhões de toneladas, cerca de metade das emissões totais de São Paulo estimadas em 2005.


Na matriz energética, a “renovabilidade” paulista alcança 56% do consumo, contra uma média mundial de 13%. São Paulo produz 64% do etanol nacional e 25% do mundial.

Utilizando-se da tecnologia dos veículos flex, o combustível alternativo avança, estimulada por uma redução no ICMS do Estado de 25% para 12%. Menos imposto, mais ambiente.


O ecodesenvolvimento, conforme o cunhou pioneiramente Ignacy Sachs — aliás, vale a pena ler seu livro autobiográfico, da Cia das Letras — depois batizado de desenvolvimento sustentável, exige uma nova compreensão sobre a relação entre o Homem e a Natureza. Agora, acrescido do aquecimento global, a imperiosa necessidade de redução nas emissões de GEEs aponta para uma verdadeira revolução. Precisamos nos preparar, em nome das gerações que ainda nem nasceram, para esse enorme desafio.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Censura ao jornal "O Estado de São Paulo": Nem na ditadura

Por Lúcia Hippólito:

"É inacreditável! É estarrecedor!

O Supremo Tribunal Federal, a Suprema Corte do nosso país, o guardião da Constituição brasileira e dos direitos dos cidadãos, acaba de legitimar um dos atos mais odientos e repugnantes na vida de povos que se pretendem civilizados.


Declara textualmente o § 2º do Art. 220 da Constituição brasileira: “É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.”


De novo, para a gente não esquecer: “É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.”


Pois os “Supremos” sapatearam sobre a Constituição brasileira e legitimaram a censura à imprensa.
Por seis votos a três, os meritíssimos mantiveram a censura ao jornal “O Estado de São Paulo”.


Não se trata aqui de defender este ou aquele jornal. Como dizia Thomas Jefferson, um dos pais fundadores da democracia americana e terceiro presidente do Estados Unidos, “a lei determina que a imprensa deve ser livre, não que deva ser boa”.


Quem decide se é boa ou não é o cidadão.


Thomas Jefferson é autor, também, de outra reflexão crucial para a democracia. Disse ele: “se eu tiver que escolher entre um governo sem jornais e jornais sem um governo, eu não hesitaria em escolher a última fórmula, isto é, jornais sem um governo”.


É irrelevante julgar os atores desse processo. O jornal “O Estado de São Paulo” foi censurado porque um juiz amigo da famiglia Sarney proibiu a publicação daqueles áudios deliciosos em que o filho de Sarney contava como a família exerce seu poder privatizando todos os espaços públicos ao seu alcance, desde um bem do Patrimônio Histórico, como o Convento das Mercês, transformado em mausoléu do patriarca, José Sarney, passando pelo Senado Federal, onde foram empregados aliados, cabos eleitorais, apaniguados, asseclas, netos, cunhadas, agregados da família, namorados de netas, filhos fora do casamento, amantes et caterva.


Ainda não mencionamos áreas estratégicas para o país, como por exemplo, a área de Minas e Energia, feudo privado, quase quintal da famiglia Sarney.


Mas há ainda verbas repassadas pela Petrobrás, pelo Ministério da Cultura, passagens da Câmara utilizadas por assessores do primeiro-filho, que sequer é parlamentar. Enfim, um sem-número de ilegalidades, que o jornal está proibido de divulgar.


Mas não é disso que se trata aqui.


Não se está julgando o jornal nem a famiglia Sarney.


Aqui se trata do perigosíssimo golpe contra a democracia. Golpe perpetrado por aqueles que têm como única função defender a Constituição brasileira.


Durante a ditadura militar (1964-1985) existiu censura. Pesada, tenebrosa, assustadora.


Mas a aplicação da censura era prerrogativa do Poder Executivo, através dos hediondos Atos Institucionais.


Não se tem notícia de que ministros do Supremo Tribunal Federal tenham coonestado a censura.


Ao contrário, temos exemplos de ministros heróicos, que resistiram e perderam a toga por ato da ditadura.


Os nomes de Victor Nunes Leal, Hermes Lima e Evandro Lins e Silva permanecem vivos na nossa memória.


Mas mesmo aqueles que concordaram com o golpe de 64 – e depois se arrependeram –, como o ministro Aliomar Baleeiro, que tirou a toga e a pisoteu quando soube da destituição dos três, jamais legimitou a censura da ditadura.


Tivemos que viver mais de 24 anos de democracia para assistir à cena de hoje: seis ministros da Suprema Corte do país apoiando a censura.


É importante registrar aqui os votos dos ministros do Supremo. A favor da liberdade de imprensa, dos cidadãos, da democracia e da Constituição brasileira, votaram os ministros Carlos Ayres Britto, Celso de Mello e Carmen Lúcia.


A favor da censura, contra os direitos dos cidadãos, contra a democracia e pelo desprezo à Constituição de 88 votaram os ministros Gilmar Mendes, Cezar Peluso, Eros Grau, Ellen Gracie, Ricardo Lewandowski e José Dias Toffoli.


A morte da liberdade sempre começa com a censura à imprensa."


Fonte: Blog da Lúcia

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Curitiba é a segunda capital mais bem preparada para receber turistas



Curitiba é a segunda capital brasileira mais bem preparada para receber turistas, de acordo com levantamento do Ministério do Turismo. A capital paranaense é superada apenas por São Paulo no relatório do Estudo de Competitividade que analisou 65 cidades consideradas destino indutores do desenvolvimento turístico nacional.


No relatório, apresentado pelo Ministério do Turismo na terça-feira (8), Curitiba destacou-se com maior pontuação nos aspectos sociais e ambientais. São Paulo, que foi a capital campeã nacional, teve a maior nota em quatro itens avaliados: Acesso, Serviços e Equipamentos Turísticos, Economia Local e Capacidade Empresarial.


Curitiba também se destacou em outros quesitos e apresentou bons índices nas seguintes dimensões: Infraestrutura Geral, Economia Local e Capacidade Empresarial. A maior nota foi 92,2, em Capacidade Empresarial.


A capital paranaense faz parte do grupo dos 65 destinos indutores do turismo desde 2007. O estudo é realizado pela Fundação Getúlio Vargas a pedido do Ministério do Turismo e do Sebrae e reúne os centros com potencialidade para oferecer atendimento turístico de qualidade e alcançar níveis de competitividade internacional. O relatório 2009 apresenta dados da pesquisa de campo realizada pela FGV entre abril e outubro deste ano,

Segundo o ministro do Turismo, Luiz Barretto, o estudo é uma ferramenta fundamental de planejamento para o futuro do setor no Brasil. "Ele irá nos auxiliar nos próximos anos, que serão fundamentais para o fortalecimento do turismo no Brasil por causa da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos", disse ele.


O prefeito Beto Richa comemorou o resultado de destaque de Curitiba e disse que essa é uma conquista que reflete o espírito do curitibano e também o trabalho técnico que vem sendo desenvolvido. “O curitibano é um povo receptivo, que recebe bem os turistas”, disse Beto. Ele lembrou que no ano passado o Guia O Melhor do Brasil, da revista Veja, indicou Curitiba como o Melhor Destino Cultural e o Melhor Custo-Benefício para Turismo da região Sul. "São indicações que refletem os investimentos feitos pela administração municipal em infra-estrutura urbana, promoção social e desenvolvimento econômico, buscando parcerias para promover o turismo e a criação de empregos", afirmou.


Fonte: www.betoricha.com.br

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Requião reduz R$ 170 milhões para segurança pública em 2010

A segurança Pública no Paraná chegou ao estado lamentável em que se encontra graças a constantes reduções no orçamento destinado para as polícias civil e militar, bombeiros e outras instituições relacionadas.


Em 2010, a coisa deve ficar pior. Requião, que já não estará no cargo, resolveu deixar uma bomba de efeito retardado para o sucessor, seu vice, Orlando Pessuti. Mandou reduzir em R$ 170 milhões o previsto para pessoal na Segurança Pública.


Enquanto isso, usa gostosamente verbas e equipamentos para seu bem estar pessoal. O exemplo mais condenável é o que faz com o helicóptero do Corpo de Bombeiros, que equipou para o seu deslocamento em campanha eleitora.


Fonte: Blog do Campana

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Primeira fase de revitalização da Riachuelo está concluída


O prefeito de Curitiba, Beto Richa, esteve na tarde desta terça-feira, 8, vistoriando as obras de revitalização da rua Riachuelo, no Centro. Richa verificou como ficou a reforma no primeiro trecho da obra, entre a rua Alfredo Bufren e a praça Generoso Marques. A Riachuelo será totalmente revitalizada até a praça 19 de Dezembro. “A reforma da Riachuelo faz parte do plano de revitalização do Centro e do resgate da memória da cidade”, disse Richa. Durante a vistoria, Richa anunciou que a Riachuelo receberá uma nova iluminação pública e novo pavimento. As obras de revitalização preveem a troca das calçadas de pedra portuguesa, por lajotas de concreto, antiderrapantes e com pistas tácteis. Também estão sendo colocadas rampas de acesso para pessoas com deficiência e nova sinalização. A obra agradou os comerciantes. Há 5 anos, Ademir Patrício de Godoi trabalha na Loja Marianna Modas. Ademir está muito feliz e esperançoso com a revitalização da rua. “Nem dá pra comparar a Riachuelo de antes, com a de agora. Está muito melhor. Deu outra cara para a rua. E muita gente vai querer conhecer a nova Riachuelo e isso vai ser ótimo para o comércio. Calçada nova, gente nova, clientes novos”, afirmou. O vice-presidente da Associação dos Moradores e Comerciantes da Riachuelo, Chain Jaber, espera reflexos positivos com as mudanças. Dono de loja na região há 25 anos, Jaber afirma que os últimos 15 anos foram terríveis. “Ficamos parados no tempo. O consumidor recuperou a confiança na Riachuelo”, diz. Jaber argumenta que a inauguração do novo Paço Municipal, em março deste ano, deu novo fôlego à via. “Houve uma melhora nas vendas”, afirmou.

Fonte: http://documentoreservado.com.br/blog/

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Árvore de Cristal e 6.000 lâmpadas iluminam o Paço da Liberdade


Uma árvore de natal com 12 metros de altura e feita de garrafas plásticas iluminará o setor histórico de Curitiba. A inauguração da árvore natalina, que integra a programação especial de Natal em Curitiba, será nesta quarta-feira (9), a partir das 20h30, em frente ao Paço Municipal, na praça Generoso Marques.


VEJA a programação de Natal em Curitiba


O projeto social, coordenado pela Fundação de Ação Social (FAS), em parceria com a Coca-Cola, resultou pelo segundo ano consecutivo na Árvore de Cristal, decoração natalina feita com material reciclado e iluminação especial, que irá compor o cenário do antigo Paço da Liberdade, que foi totalmente revitalizado.


Formada por 4.000 garrafas plásticas, com líquidos coloridos. Junto com seis mil lâmpadas, a árvore reproduz um espetáculo de luz e magia natalina. Os adereços que compõe a árvore, como laços e guirlandas, também foram confeccionados com garrafas. Os enfeites foram feitos pelos grupos da terceira idade e por adolescentes do ProJovem.


"A árvore simboliza a união e a sinergia que a administração municipal desenvolve em parceria com a iniciativa privada e a população curitibana, sempre voltada ao desenvolvimento humano e do meio onde vivem", diz a presidente da FAS, Fernanda Richa.


A iniciativa de construção da árvore também é voltada às questões sociais e ambientais de Curitiba, e quem assina o projeto é o arquiteto Fernando Canalli. Todas as garrafas que integram o projeto foram coletadas pelo município e pelas comunidades que vivem perto das margens dos rios, como iniciativa que contribui com o meio ambiente e ajuda a manter a cidade limpa.

Ministério confirma compromisso com 7.000 vagas do ProJovem em 2010


O prefeito Beto Richa recebeu nesta segunda-feira (7) o diretor do Departamento de Políticas de Trabalho e Emprego para a Juventude do Ministério do Trabalho, Renato Ludwig de Souza, que veio a Curitiba participar do 1º Fórum Sobre o Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda. O evento foi organizado pela Secretaria Municipal do Trabalho e Emprego de Curitiba, em parceria com o Conselho Municipal do Emprego e Relações do Trabalho (CMERT).

Souza reiterou ao prefeito o compromisso assumido pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, ao prefeito, de garantir a execução do programa ProJovem Trabalhador em Curitiba, com as 7.000 vagas inicialmente previstas. "Os recursos e as vagas estão garantidas e esperamos que a capacitação possa ser iniciada, no máximo, até março", disse Souza.

"Este programa é muito importante para os nossos jovens e vamos fazer tudo o que for necessário para aproveitar essa oportunidade de qualificar as pessoas e prepará-las para ocupar um espaço no mercado de trabalho", disse Richa.

A Prefeitura deve iniciar em janeiro a chamada pública para contratar as entidades executoras dos cursos do ProJovem Trabalhador. No momento estão sendo feitos os acertos finais no plano de adaptação do programa feito pelo Ministério do Trabalho.

Acompanharam o encontro o secretário municipal do Trabalho e Emprego, Jorge Bernardi; o superintendente Paulo Rossi e diretores da secretaria e o presidente do Conselho Municipal do Emprego e Relações do Trabalho, Luiz Adão Marques.

Serra lança programa para empregar ex-detentos


O governador José Serra anunciou nesta segunda-feira, 7, o programa de inserção de egressos do sistema penitenciário e adolescentes que cumprem medida sócio-educativa no mercado de trabalho Pró-Egresso/Pró-Egresso Jovem.

Os órgãos estaduais poderão agora exigir 5% do número total de vagas aos ex-detentos das empresas vencedoras das licitações de obras e serviços. Durante a cerimônia, o Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado de São Paulo (SEAC) já anunciou a abertura de 1 mil vagas para estes egressos.


"O programa parte de uma premissa fundamental: a crença na possibilidade de recuperação das pessoas", ressaltou o governador durante evento. "A gente tem que acreditar na possibilidade de recuperação deles. Esse é um bem que a gente faz para as pessoas e um bem para sociedade, porque nós vamos diminuir a taxa de reincidência das pessoas no crime", completou.


Concebido para apoiar a campanha Começar de Novo, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Pró-Egresso é uma parceria entre as secretarias estaduais do Emprego e Relações do Trabalho (SERT), da Administração Penitenciária (SAP) e da Justiça e da Defesa da Cidadania (SJDC) - por meio da Fundação Casa.


O objetivo é estimular a inclusão na sociedade e no mercado de trabalho de egressos das penitenciárias paulistas e da Fundação Casa por meio de programas da SERT, como o Emprega São Paulo (intermediação de mão de obra) e o Programa Estadual de Qualificação Profissional (PEQ).


"Vamos facilitar a qualificação profissional e a reinserção dos egressos no mercado de trabalho e, conseqüentemente, na sociedade - numa escala que nos permita demonstrar à sociedade e aos empresários em geral que o preconceito contra essas pessoas é injusto, pois o grau de recuperação é de 85 a 90% quando é lhes dada oportunidade", ressalta o secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos.


Fonte: Governo de São Paulo

Sistema de Segurança de Curitiba é referência para São Paulo


O secretário municipal de Segurança Urbana de São Paulo e presidente do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Segurança, Edson Ortega, veio a Curitiba para conhecer o modelo de segurança implantado por Beto Richa na capital paranaense.

Ortega que acompanhou Beto no lançamento da Operação Natal, no último dia 4, disse que "Curitiba tem se destacado na área de gestão e, por incentivo do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, viemos conhecer as tecnologias que estão sendo incorporadas na área de segurança”.
Durante a visita, além de Ortega, outros nove representante da Secretaria de Segurança e do comando da Guarda Metropolitana de São Paulo também conheceram as práticas, sistemas e equipamentos adotados pela Secretaria Municipal da Defesa Social de Curitiba.

Beto disse que é um orgulho para a capital paranaense poder servir como referência para ajudar na segurança pública de uma das maiores cidades do mundo. “Estamos avançando muito para garantir a segurança da população, contratando profissionais, investindo na capacitação e aparelhando a Guarda Municipal. E temos feito isto com parceria estratégicas, com a comunidade, com empresas, instituições. Enfim, com a sociedade civil organizada. Esta é a maior conquista e nosso diferencial e demonstra a confiança na seriedade do trabalho que estamos fazendo".

A Operação Natal da Guarda Municipal vai reforçar o patrulhamento em praças e principais ruas da área central da cidade no período de compras de fim de ano. Foram destacados 130 guardas para reforçar a segurança das 7h às 23h, até o dia 27 de dezembro. Foram entregues também mais dois novos módulos móveis e duas viaturas equipadas para ações de Defesa Civil no Município. A equipe paulistana, liderada pelo Secretário de Segurança Urbana, também visitou diversas instalações da Guarda Municipal e conheceu a Sala de Situação e o Sistema de Gestão da Guarda Municipal (SiGesGuarda), além de programas de capacitação e programas comunitários com fins educativos.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O helicóptero que o Requião usa


O Comandante do Corpo de Bombeiro pedia ontem a empresários que enviassem seus helicópteros para levar os socorristas do SIATE para o estádio Couto Pereira.

O helicóptero da Policia Rodoviária Federal levava os feridos e não tinha condições operacionais de transportar os socorristas.


O helicóptero comprado com dinheiro de reequipamento do Corpo de Bombeiros para servir a população não se presta para operações desse tipo. Foi equipada com bancos de couro, frigobar e outras mordomias e fica a serviço permanente do governador Requião, que dele se serve para viajar pelo Paraná em campanha eleitoral para o Senado.


Fonte: Fabio Campana

Artigo de Fernando Henrique: O desafio das drogas

Ex-presidente defende modelo preventivo e não coercitivo no combate às drogas



Um dos temas mais difíceis do mundo contemporâneo é o que fazer com o uso de drogas. Existem algumas comprovações bem estabelecidas sobre a questão. Se é verdade que sempre houve consumo de diferentes tipos de drogas em culturas muito diversas – embora não em todas –, não menos verdade é que ele no geral se deu em âmbito restrito e socialmente regulamentado, principalmente em cerimônias rituais. Não é este o caso contemporâneo: o uso de drogas se disseminou em vários níveis da sociedade, com motivações hedonísticas; no mais das vezes, sem aprovação social, embora, dependendo da droga, haja certa leniência quanto aos usuários.

Sabe-se também que todas as drogas são nocivas à saúde, mesmo as lícitas, como o álcool e o tabaco. E que algumas são mais nocivas do que outras, como a heroína e o crack. A discussão sobre se o consumo de drogas mais fracas induz ao de outras mais fortes é questão médica sobre a qual não há consenso. Para fins de política pública, o importante a reter é que as drogas produzem consequências negativas tanto para o usuário quanto para a sociedade e que reduzir ao máximo o seu consumo deve ser o principal objetivo.


A discussão, portanto, é sobre diferentes estratégias para atingir o mesmo objetivo. Até agora, a estratégia dominante tem sido a chamada "guerra às drogas". Foi sob a sua égide, sustentada fundamentalmente pelos Estados Unidos, que as Nações Unidas firmaram convênios para generalizar a criminalização do uso e a repressão da produção e do tráfico de drogas.


Decorridos 10 anos, a agência da ONU dedicada às drogas se reuniu este ano em Viena para avaliar os resultados obtidos pela política de "guerra às drogas". Simultaneamente, na Europa e na América Latina, comissões de personalidades independentes fizeram o mesmo, apoiando-se em análises preparadas por especialistas. Eu copresidi com os ex-presidentes da Colômbia e do México, respectivamente César Gaviria e Ernesto Zedillo, a Comissão Latino-Americana. Nossa conclusão foi simples e direta: estamos perdendo a guerra contra as drogas e, a continuarmos com a mesma estratégia, conseguiremos apenas deslocar campos de cultivos e sedes de cartéis de umas a outras regiões, sem redução da violência e da corrupção que a indústria da droga produz. Logo, em lugar de teimar irrefletidamente na mesma estratégia, que não tem conseguido reduzir a lucratividade e consequentemente o poderio da indústria da droga, por que não mudar a abordagem? Por que não concentrar nossos esforços na redução do consumo e na diminuição dos danos causados pelo flagelo pessoal e social das drogas? Isso sem descuidar da repressão, mas dando-lhe foco: combater o crime organizado e a corrupção, ao invés de botar nas cadeias muitos milhares de usuários de drogas.


Em todo o mundo, se observa um afastamento do modelo puramente coercitivo, inclusive em alguns Estados americanos. Em Portugal, onde, desde 2001, vigora um modelo calcado na prevenção, na assistência e na reabilitação, diziam os críticos que o consumo de drogas explodiria. Não foi o que se verificou. Ao contrário, houve redução, em especial entre jovens de 15 a 19 anos. Seria simplista, porém, propor que imitássemos aqui as experiências de outros países, sem maiores considerações.


No Brasil, não há produção de drogas em grande escala, exceto maconha. O que existe é o controle territorial por traficantes abastecidos principalmente do Exterior. Dada a miserabilidade e a falta de emprego nas cidades, formam-se amplas redes de traficantes, distribuidores e consumidores que recrutam seus aderentes com facilidade. O país tornou-se um grande mercado consumidor, alimentado principalmente pelas classes de renda média e alta, e não apenas rota de passagem do tráfico. Enquanto houver demanda e lucratividade em alta, será difícil deter a atração que o tráfico exerce para uma massa de jovens, muitos quase crianças, das camadas pobres da população.


A situação é apavorante. O medo impera nas favelas do Rio. Os chefões do tráfico impõem regras próprias e "sentenciam", mesmo à morte, quem as desrespeita. A polícia, com as exceções, ou se "ajeita" com o tráfico, ou, quando entra, é para matar. A "bala perdida" pode ter saído da pistola de um bandido ou de um policial. Para a mãe da vítima, muitas vezes inocente, dá no mesmo. E quanto à Justiça, não chega a tomar conhecimento do assassinato. Quando o usuário é preso, seja ou não um distribuidor, passa um bom tempo na cadeia, pois a alegação policial será sempre a de que portava mais droga do que o permitido para consumo individual. Resultado, o usuário será condenado como "avião" e, tanto quanto este, ao sair, estigmatizado e sem oferta de emprego, voltará à rede das drogas.


É diante dessa situação que se impõem mudanças. Primeiro: o reconhecimento de que, se há droga no morro e nos mocós das cidades, o comércio rentável da droga é obtido no asfalto. É o consumo das classes médias e altas que fornece o dinheiro para o crime e a corrupção. Somos todos responsáveis. Segundo, por que não "abrir o jogo", como fizemos com a aids e o tabaco, não só por intermédio de campanhas públicas pela TV, mas na conversa cotidiana nas famílias, no trabalho e nas escolas? Por que não utilizar as experiências dos que, na cadeia ou fora dela, podem testemunhar as ilusões da euforia das drogas? Não há receitas ou respostas fáceis. Pode-se descriminalizar o consumo, deixando o usuário livre da prisão. As experiências mais bem-sucedidas têm sido as que vêm em nome da paz e não da guerra: é a polícia pacificadora do Rio de Janeiro, não a matadora, que leva esperança às vítimas das redes de droga. Há projetos no governo e no Congresso para evitar a extorsão do usuário e para distinguir gradações de pena entre os bandidos e suas vítimas, mesmo quando "aviões", desde que sejam réus primários. Vamos discuti-los e alertar o país.


Fonte: Jornal O Globo

sábado, 5 de dezembro de 2009

PSDB mostra projetos concretos à população

Programa do partido foi ao ar na noite desta quinta-feira


Com as presenças do presidente nacional do partido, senador Sérgio Guerra (PE) e dos governadores José Serra (SP) e Aécio Neves (MG), o PSDB apresentou na noite desta quinta-feira os programas do partido em rede nacional de rádio e TV.


Serra e Aécio fizeram um balanço dos seus governos e mostraram realizações e investimentos concretos em saúde, segurança pública, educação e, principalmente, em programas de gestão que modernizam e tornam mais eficiente a administração dos recursos públicos.


O programa do PSDB mostrou a diferença entre o que é apenas o lançamento de projetos com fins de propaganda eleitoral e investimentos concretos em infraestrutura para melhorar a qualidade de vida da população.


Com dez minutos de duração, o programa foi ao ar às 20h em cadeia de rádio e às 20h30 em cadeia de televisão.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Deputados cobram do Governo dados sobre obras em aeroportos

Os deputados Gustavo Fruet (PR), Vanderlei Macris (SP) e Fernando Chucre (SP) – todos do PSDB – apresentaram pedido de informações ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, a respeito dos investimentos previstos em aeroportos localizados em cidades que serão sede de jogos na Copa do Mundo de 2014. O pedido decorre da preocupação gerada por recente audiência pública na Câmara, durante a qual ficou claro que há atraso e falta de planejamento nas obras.


O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias, José Márcio Mollo, disse durante a audiência, no dia 24 de novembro, que o País corre o risco de um novo apagão aéreo, como o que ocorreu em 2007. Também estiveram presentes o presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, e o superintendente de infraestrutura aeroportuária da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Rodrigo Ferreira Oliveira.


"Ficou evidenciada a deficiência de gestão do atual governo na questão do transporte aéreo e o risco de caos nos próximos anos", diz o deputado Gustavo Fruet. No pedido de informações apresentado esta semana, os parlamentares do PSDB questionam sobre os investimentos previstos em cada aeroporto, o estágio dos processos licitatórios, o andamento do licenciamento ambiental e das obras e a data prevista para entrega.


Fonte: Imprensa Gustavo Fruet

Charge!

Juventude do PSDB, PPS e DEM definem metas para 2010

Aconteceu hoje, na sede do PSDB, reunião entre as lideranças jovens do PSDB, PPS e DEM, a convite do Presidente da Juventude Tucana do Paraná, Marcello Richa. Com a intenção de debater o processo político do ano que vem, os jovens foram unânimes em acertar que o Paraná necessita de renovação política.

Maiko Vieira, ex-presidente nacional da Juventude do PPS disse: “Estamos estruturando a coordenação estadual da nossa aliança, que nacionalmente já está consolidada”.

Para Caio Pamplona, Diretor de Relações Institucionais da UPE e membro da Juventude do Democratas “Foi um encontro produtivo para lançarmos as bases do projeto para 2010”.

Marcello Richa, um dos entusiastas da campanha do pai para o Governo do Estado no ano que vem, aposta no diferencial da forca jovem para o sucesso do PSDB em 2010 que segundo ele representa uma importante e decisiva parcela do eleitorado paranaense. “O jovem tem todas as condições e ferramentas para ser decisivo em 2010. Essa reunião com a Juventude do PSDB, PPS e DEM tem como objetivo organizar os partidos de oposição e preparar a Juventude para o desafio do ano que vem e, desde já, expressando esse unanime sentimento de renovação entre os jovens paranaenses.”

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Visita do Presidente da Juventude Tucana ao Gabinete do Vereador Omar Sabbag Filho


O Presidente e o Secretário Geral da Juventude Tucana do Paraná, Marcelo Richa e Edson Luiz Lau, respectivamente, visitaram o Vereador Omar Sabbag Filho para cumprimentá-lo pela participação na COMCURITBA – Conferência Municipal da Cidade de Curitiba, realizada nos dias 27 e 28 de novembro passado.


Na oportunidade o Vereador, que é Presidente Municipal do Instituto Teotônio Vilela – ITV reiterou seu apoio ao JPSDB e reconhecimento pelo trabalho de formação política que vem sendo realizado em conjunto com o ITV Curitiba.

Dinheiro da UNE destinado a livro e documentário é desviado

A União Nacional dos Estudantes (UNE) transferiu recursos públicos destinados à pesquisa sobre a história estudantil para a mesma empresa de segurança de Salvador usada para fraudar um orçamento de outro convênio da entidade estudantil com o governo federal. Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, a UNE repassou R$ 7,8 mil para a conta da MG Portaria e Limpeza.O dinheiro saiu da conta do convênio do projeto Sempre Jovem e Sexagenária, celebrado entre a entidade e o Ministério da Cultura. No ano passado, A UNE recebeu R$ 435 mil para realizar o projeto, mas o livro e o documentário previstos no contrato não foram feitos e nenhuma prestação de contas chegou ao ministério.

Fonte: www.blogalvarodias.com

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Formação Política II



Amanhã (1/12) às 19h30 será realizado, na sede do Diretório Estadual do PSDB, o segundo encontro sobre Formação Política da Juventude Tucana. A palestra sobre Democracia será ministrada pelo cientista político e Secretário de Formação Política da JPSDB Curitiba, Paulo Krüger. A entrada é franca.

O evento organizado pela Executiva da JPSDB de Curitiba, propõe expor uma discussão sobre os ideias que movem o grupo tucano. Segundo Krüger, a reunião tem por objetivo definir e expor "a cara da JPSDB Curitiba". "Vamos trabalhar e deixar de forma simples e concreta quais são as expectativas e bandeiras de luta da nossa juventude de forma a não dar margem a contradições entre jovens tucanos", declara.

PARTICIPE!


Serviço:
Encontro de Formação Política da JPSDB Curitiba
Diretório Estadual do PSDB (Rua Reinaldino S. de Quadros, 292 - Alto da XV)
Dia 1 de dezembro (terça-feira), às 19h30
Informações (41) 3015-4545
Entrada Franca.

Beto defende esforço conjunto para desenvolver agronegócio


O prefeito de Curitiba, Beto Richa, propôs o esforço conjunto dos governos federal, estadual e municipais para estimular o desenvolvimento sustentável do agronegócio. Na abertura do Encontro Estadual de Empreendedores e Líderes Rurais, que aconteceu na manhã desta sexta-feira (27, Beto disse “que é preciso estabelecer políticas públicas de crédito, capacitação profissional e pesquisa para aumentar a produtividade do setor agrícola”. Na visão de Beto, deve ser responsabilidade de todas as esferas do governo a atuação conjunta para o fortalecimento do agronegócio. "O agronegócio é a base da economia do nosso Estado e tem contribuído também de forma decisiva para o fortalecimento da economia do País. A balança comercial nos últimos anos foi equilibrada graças ao superávit sustentado pelo agrobusiness”, observou.

O prefeito de Curitiba sugeriu ainda o diálogo e o entendimento para enfrentar os gargalos que emperram o desenvolvimento do agronegócio do Paraná. "Gargalos que devem ser corrigidos porque oneram muito o agronegócio. Tem o problema do Porto de Paranaguá, que perdeu muito em movimentação de cargas, onerando portanto o custo da produção. Outro ponto importante que precisa ser revisto urgentemente, na avaliação de Beto, é “a questão do pedágio com as tarifas incompatíveis”. Ele destacou também as questões de legislação ambiental, como o Código Florestal e a pressão e o terrorismo na cabeça dos produtores provocado pela proposta do novo índice de produtividade para as propriedades rurais. “Os produtores nunca precisaram de índices para aumentar a sua produção. Isso é um terrorismo que atende apenas questões ideológicas ligadas ao Movimento dos Sem-Terra (MST)", afirmou o prefeito.

Beto disse que em vez de novos índices, “o agronegócio precisa do apoio e da sensibilidade das autoridades no sentido de poder aumentar ainda mais a produtividade”. Segundo dados da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), referentes ao ano de 2007, o agronegócio é responsável por cerca de 35,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná, o equivalente a R$ 58 bilhões. O agronegócio do Paraná é o quarto maior exportador do País, superado apenas por São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso, e responde por cerca de 70% das exportações do Estado. A maior parte da produção no Estado é de soja, pecuária, avicultura, milho, trigo e suinocultura.

Fonte: www.betoricha.com.br

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Vídeos Beto Richa

Estão disponíveis ao público telespectador e da grande rede três vídeos do prefeito Beto Richa para o comercial do PSDB. Além de serem acessados pelo site do tucano e no site youtube, as imagens de 30 segundos estão como inserções durante a programação televisiva aberta.

Se você ainda não viu, aproveite!

Comercial 1
Programa mostra avanços de Curitiba e novas ideias para um novo Paraná.


http://www.youtube.com/soubetoricha#p/a/u/2/CfGUCONaOqk

Comercial 2
Programa mostra política de geração de empregos com cursos de qualificação, projetos na área de esporte e saúde para garantir qualidade de vida à população eatenção ao idoso.


http://www.youtube.com/soubetoricha#p/a/u/1/xso3KUI6qas

Comercial 3
Beto Richa fala de um novo jeito de governar. Como aprendeu com o seu pai, José Richa, a trabalhar muito para melhorar a vida das pessoas.


terça-feira, 24 de novembro de 2009

Ibiporã é JPSDB!

A Chácara das Flores, no município de Ibiporã (14 km da cidade de Londrina) foi o cenário, no último sábado (21), de um grande encontro da JPSDB-PR. A Caravana da Juventude Tucana reuniu em clima de união e democracia mais de 100 jovens, diversas autoridades e líderes da região, que confraternizaram em prol de uma causa: a busca pela participação do jovem no cenário político.

O evento contou a presença do presidente da Câmara dos Vereadores de Ibiporã, Dr. João Odair Pelisson, dos coordenadores da JPSDB-PR Marcello Richa e Pablo Rossoni, do vereador de Maringá Evandro Júnior, do presidente da JPSDB Diogo Fenti, e demais vereadores dos municípios do Norte Pioneiro e de representantes da região.


Para o presidente da JPSDB Curitiba e coordenador da JPSBD-PR Marcello Richa, a Caravana da Juventude é uma forma de aproximar os jovens das causas políticas. “A juventude paranaense precisar estar unida para conhecer e eleger representantes tucanos, que se preocupam com os interesses dos jovens. Temos que saber o que é melhor para o nosso Estado e para o nosso país”, declarou.


Na ocasião, Richa defendeu que para o segmento jovem garantir a sua contribuição ao projeto que será apresentado no ano que vem pelo PSDB, é preciso apresentar organização e um discurso homogêneo. De acordo com Pablo Rossoni, a escolha do representante pela população ibiporaense ao governo do Estado deve ser pautada em uma pessoa que seja honesta e confiante, que além de tudo, tenha responsabilidade com a juventude. “A JPSDB-PR já tomou sua posição. Temos em mente que Beto Richa é um dos nomes mais competente para o pleito em 2010”, afirmou o coordenador da Juventude Tucana do Paraná.

Câmara
Antes do evento, a comitiva da Caravana da Juventude visitou a Câmara dos Vereadores à convite do presidente da JPSDB Ibiporã. Fenti ressaltou o importante trabalho que o Partido da Social Democracia Brasileira vêem desenvolvendo no município. “O PSDB faz uma política organizada e participativa no Norte Pioneiro”, disse.


No próximo dia 28 de novembro, a Caravana segue para o município de Dois Vizinhos e região Sudoeste. Estão programados encontros com lideranças locais e a visita a Expo Dois Vizinhos.

Mais fotos do evento no site da JPSDB-PR: www.jpsdb-pr.org.br
Mais informações: juventude@psdb-pr.org.br

Foz do Iguaçu é a 3° cidade brasileira mais violenta para jovens


O Ministério da Justiça e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgaram hoje um retrato da exposição dos jovens à violência. O levantamento toma por base 266 municípios com população acima de 100 mil habitantes e calcula para cada um o que chama de Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência.


Foz do Iguaçu aparece como a terceira cidade no ranking das mais violentas para jovens, atrás apenas de Itabuna (BA) e Marabá (PA).


Os jovens com idades entre 19 e 24 anos são as principais vitimas da violência no Brasil, segundo levantamento.


fonte: www.fabiocampana.com.br

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Richa anuncia R$ 750 mil para obras emergenciais contra inundações


O prefeito Beto Richa liberou hoje R$ 750 mil reais para obras emergenciais para corrigir problemas de inundações ao longo dos rios Belém, Barigui e outros córregos da cidade afetados pela chuva da noite da quinta-feira (19).

Segundo o Simepar, das 22h às 23h30, choveu em Curitiba 123,8 milímetros, praticamente a média de todo o mês de novembro, que é de 125 milímetros.


“Foi um volume atípico de chuva que, infelizmente, causou uma série de problemas localizados, mas a Prefeitura está tomando todas as providências, atendendo às famílias desabrigadas e iniciando as obras necessárias para retomar a normalidade”, disse o prefeito, que nesta sexta visitou o local onde o rio Mossunguê transbordou e a água arrastou a galeria de drenagem, abrindo um buraco no cruzamento das ruas Eduardo Sprada e Luiz Tramontin, no Campo Comprido.


Richa determinou também a construção imediata de uma ponte reforçada de madeira naquele ponto da rua Eduardo Sprada para restabelecer a ligação viária entre o Campo Comprido e o Centro. A obra definitiva deve ser concluída em quatro meses. Ouvindo moradores da comunidade local, o prefeito determinou que a Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) faça um estudo urgente para atender as famílias que vivem à beira do rio, sob o risco de alagamentos no Jardim Santos Andrade, na mesma região.


Fonte: Fábio Campana