quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Negociação com a Agência Francesa garante a conclusão da Linha Verde


O prefeito Beto Richa reuniu-se nesta quarta-feira (27), em Brasília, com representantes da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), para concluir as negociações do financiamento para a Linha Verde Norte, do Jardim Botânico ao Atuba. "A reunião foi muito produtiva. Estamos satisfeitos com as condições propostas e, em breve, poderemos dar início às obras de conclusão do projeto da Linha Verde", disse Richa.

O contrato com a AFD será de 72 milhões de euros, metade do valor será contrapartida da Prefeitura. Na reunião desta quarta, ficou definido que os juros serão de 3,87% ao ano, com cinco anos de carência e vinte anos para pagamento, conforme acordado com Nicolas Mounier, da área de contratos da AFD. O vice-prefeito Luciano Ducci e o presidente do Ippuc, Cléver Almeida, participaram da reunião.

A negociação com os representantes da AFD vem ocorrendo em Brasília há duas semanas. Nesta quinta, o grupo técnico da Prefeitura finalizará os últimos detalhes para a assinatura do contrato, que deve acontecer em fevereiro. "A expectativa é lançarmos o edital para o primeiro lote da Linha Verde Norte ainda em março", afirmou Richa, que retorna a Curitiba nesta quarta.

A Linha Verde é o sexto corredor de transporte e a maior avenida de Curitiba, construída pela Prefeitura no trecho urbano da antiga BR-116. Com sua primeira etapa implantada do Pinheirinho até o bairro Jardim Botânico numa extensão de 9,4km, o trecho Sul da Linha Verde uniu dez bairros que estavam divididos pela antiga rodovia. Ao todo, com a Linha Verde Norte, serão 18km e 20 bairros.

A segunda fase da Linha Verde terá canaleta para uso exclusivo dos ônibus, pistas marginais e vias locais. O trecho norte, onde a rodovia também dará lugar a uma avenida urbana, é do ponto sob a passarela do Centro Politécnico até o Atuba.

A primeira obra da Linha Verde Norte será uma nova trincheira na BR 476, entre os bairros Jardim Social, Bacacheri e Bairro Alto. A nova trincheira fará a interligação entre as ruas Gustavo Rattman, no Bacacheri, e a José Zgoda, no Bairro Alto. O investimento, de R$ 12 milhões, é contrapartida do município. A licitação para esta obra já está aberta.

O lado norte terá obras que incluem sete trincheiras, duas no binário Agamenon Magalhães/Roberto Cichon, uma na Victor Ferreira do Amaral, uma na Gustavo Rattman, duas no Atuba e uma na rua Rio Juruá. Os dois viadutos existentes, da Victor Ferreira do Amaral e do Jardim Botânico, serão ampliados.

LINHA VERDE NORTE

AVENIDA
Duas pistas marginais, com três faixas de tráfego em cada sentido
Duas pistas locais, de acesso aos bairros e comércio
Faixas de estacionamento nos dois lados
Sistema viário com velocidade, sinalização e semaforização de área urbana

TRANSPORTE
Canaletas exclusivas do ônibus em concreto. Quando toda a Linha Verde estiver implantada, pelas canaletas vão circular três linhas de ônibus: Pinheirinho-Centro (que já está em operação), Pinheirinho-Atuba e Atuba-Centro.

ÔNIBUS
Veículos motor flex, capacidade para diesel ou biocombustível.
Motores para combustível ecológico. Biocombustível de origem 100% vegetal.
Controle eletrônico da rótula (sanfona) que evitará trepidações e freadas bruscas
Sistema de áudio MP3 para informações de itinerário
Sistema de monitoramento por satélite (GPS).

TRINCHEIRAS E VIADUTOS
Sete trincheiras: duas no binário Agamenon Magalhães/Roberto Cichon, uma na Victor Ferreira do Amaral, uma na Gustavo Rattman, duas no Atuba e uma na rua Rio Juruá.

Os dois viadutos existentes, da Victor Ferreira do Amaral e do Jardim Botânico, serão ampliados.

ESTAÇÕES
Ao todo, serão 8 estações (Atuba, Solar, Fagundes Varela, Vila Olímpica, Tarumã, Jardim Botânico, UFPR e PUC). Algumas estações da Linha Verde Norte terão operação diferenciada em relação à Linha Verde Sul.

Nas estações Atuba, Solar, Fagundes Varela, Vila Olímpica, Jardim Botânico, UFPR e PUC (as duas últimas já têm a infraestrura pronta, obra que foi feita durante os trabalhos da Linha Verde Sul), a operação será semelhante os trecho Sul.

A estação Tarumã será um terminal de integração. E na estação Jardim Botânico haverá integração vertical (um ônibus embaixo e o outro em cima).

Novo sucesso do cinema nacional


Fonte: Blog do Álvaro

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

É hora de mandar essa turma pra casa


A Região Metropolitana de Curitiba ainda não é uma grande São Paulo, está longe de ser uma Rio de Janeiro com seus traficantes alojados em morros e provavelmente nunca será um Haiti. Mas para os nossos padrões, os índices de criminalidade são assustadores. Só nesse fim de semana (de 23 a 25 de janeiro) foram 31 pessoas assassinadas – 25 por armas de fogo.

Sim, os números impressionam. E impressionam ainda mais a quem está acostumado com o discurso do iracundo governador Roberto Requião, para quem o Paraná é uma ilha de paz e prosperidade. Sob uma análise semiótica, o governador fala a verdade; a sua verdade. Afinal, na residência oficial do Canguiri, com dezenas de policiais destacados para fazer sua segurança pessoal, não há mesmo razões para temores.


Outro ponto de vista têm os paranaenses, que se veem cada vez mais acuados pela violência crescente. É só sair por ai e conversar com comerciantes instalados em bairros de Curitiba, Londrina, Cascavel, São José dos Pinhais, etc. Alguns já foram assaltados dezenas de vezes e muitos já fecharam as portas, concluindo que é melhor perder o negócio e salvar a vida.


Mas como tudo na vida, essa desgraça vivida pelo povo do Paraná tem o seu lado cômico, que neste caso fica com o deslumbrado secretário de Estado da Segurança Pública, ou melhor, da “Insegurança Pública”. Quando questionado pela imprensa sobre os números, Luiz Fernando Delazari lasca o velho mantra: “Está tudo sob controle!” Sob o controle de quem cara pálida? Só se for sob o controle dos marginais. E pra piorar, o Delazari infla o peito e enche a boca pra explicar o tal “geoprocessamento do crime”, um mirabolante projeto para mapear a criminalidade no estado.


Estamos assim amigos. Governados por um cabotino bufão e com um menino deslumbrado no comando da segurança.


Mas não desanimemos. Nesse ano tem eleições. E é hora de mandar essa turma pra casa.



Fonte: Site do Ivan Zuchi

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

PSDB, DEM e PPS vão à Justiça contra Lula e Dilma


Os partidos de oposição - PSDB, DEM e PPS protocolaram nesta quinta-feira no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais uma representação contra o presidente Lula e a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, por propaganda eleitoral antecipada.


Desta vez, o presidente e a ministra descumpriram a lei durante inauguração de uma barragem na cidade de Jenipapo, em Minas Gerais, na última terça-feira. Em outubro do ano passado, os três partidos já haviam questionado na Justiça a viagem do presidente, acompanhado da ministra, às obras de transposição do rio São Francisco.


Durante o evento desta semana, o presidente Lula, ao lado da ministra, disse que vai precisar "pegar todas as obras que tem em Minas Gerais, que são muitas, inclusive de barragens, para que a gente possa inaugurá-las...". Na avaliação dos três partidos, Lula deixou clara a intenção de aproveitar o período pré-eleitoral para promover a candidata do governo nas eleições deste ano.


Ainda segundo os partidos de oposição, as atitudes do presidente e da ministra violam o artigo 36 da Lei Eleitoral uma vez que configuram propaganda extemporânea, ou seja, feita antes do prazo legal que fixa início do período eleitoral em dia 5 de julho.


Na ação apresentada à Justiça Eleitoral nesta quinta-feira, PSDB, DEM e PPS argumentam que o discurso feito pelo presidente - "considerado o contexto em que realizado o evento em tela, observa-se que a sua verdadeira intenção era a de explicitar que os eleitores brasileiros deveriam eleger a Ministra Dilma Vana Roussef para a Presidência da República, como garantia de perenização dos propalados avanços obtidos pela atual gestão. Pena de se quebrar a tal "escada" e ter de voltar à "estaca zero" - teve o objetivo implícito de dizer que votar em outro partido, que não o PT, seria voltar à estaca zero.



Fonte: Agência Tucana

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Curitiba terá mais 128 academias ao ar livre


Todos os bairros de Curitiba terão, pelo menos, uma academia ao ar livre. A Prefeitura vai instalar até o fim desse ano 128 conjuntos de equipamentos, no mesmo modelo dos que estão hoje nos parques Barigui e Tingui, formando uma rede de 130 academias ao ar livre na cidade.


As academias são parte de um programa de saúde preventiva e de incentivo a prática esportiva ."São equipamentos para melhorar a condição física e, consequentemente, a qualidade de vida e a saúde das pessoas, ajudando a prevenir doenças", diz o prefeito Beto Richa.


Vinte e oito das novas academias já têm locais definidos; 10 ficam prontas em fevereiro próximo. A população poderá usar gratuitamente os equipamentos em parques, bosques, praças, eixos de animação, Centros de Esporte e Lazer e até na Rua da Cidadania do Pinheirinho. A distribuição será igual para todas as regiões, e o mais perto dos postos de atendimentos da Secretaria Municipal do Esporte e Lazer.


Os equipamentos das academias ao ar livre não têm pesos e usam apenas a força do próprio corpo para exercícios de musculação e alongamento. São indicados principalmente para pessoas da terceira idade, que perdem naturalmente um pouco da força muscular com o passar dos anos, mas podem ser usados por qualquer pessoa, funcionando como uma academia de ginástica ao ar livre. Basta seguir as instruções básicas afixadas em um painel próximo.



As duas primeiras academias, no Barigui e Tingui, foram instaladas há um ano, e são um sucesso. "Venho todos os dias desde que os aparelhos estão aqui, e já notei que minha força muscular aumentou. Foi uma ideia maravilhosa, e levar o equipamento para a cidade toda é ainda melhor", diz o aposentado João Brasileiro.



A professora aposentada Lia Rael mora há pouco mais de um ano em Curitiba e, desde que descobriu a academia ao ar livre do Barigui, não abre mão de melhorar o condicionamento físico e a saúde. "É um benefício para a saúde. Tem mesmo que ampliar para outras regiões, pois vejo que tem muitas pessoas que vêm de longe para usar a academia do Barigui", diz Lia.


Somadas a rede de academias ao ar livre, a Prefeitura mantém em parques, bosques e praças cerca de 850 equipamentos de 18 modalidades esportivas, como quadras, barras para alongamento e musculação, prancha de abdominal, pistas de corrida, ciclovias.


Locais das primeiras 28 novas academias ao ar livre

Praça Ouvidor Pardinho - Rebouças; Eixo de animação Arthur Bernardes - Vila Izabel; Praça Antonio Bertoly - Santa Felicidade; Centro de Esporte e Lazer Menonitas -Boqueirão; Praça Recanto dos Eucaliptos - Alto Boqueirão; Parque Iguaçu - Cajuru; Centro de Esporte e Lazer Avelino Vieira - Bacacheri; Rua da Cidadania Pinheirinho - Capão Raso; Praça na Rua Enoch de Araújo Ramos - CIC; Parque do Semeador, Sítio Cercado; Parque São Lourenço - São Lourenço; Parque Atuba - Atuba; Parque Bacacheri - Bacacheri; Praça Pedro de Almeida - Bairro Alto; Praça Tito Schier - Portão; Praça 29 de Março - Mercês; Praça Alfredo Hauer - Hauer; Praça Lafaiete Queirollo - Uberaba; Praça Soldado Wagner Alves Sampaio - Tatuquara; Parque Cambuí - Fazendinha; Praça Ivan Ferreira do Amaral - Jardim das Américas; Parque Cauiá/Diadema - CIC; Praça Marco Aurélio Malucelli - Santo Inácio; Praça Brigadeiro do Ar Mario Calmon Eppinghaus - Juvevê; Praça Cícero Portes - Sítio Cercado; Praça Emílio Schutz - Cajuru; Praça Mario Cesar Stamm - Tarumã; Praça Bento Munhoz da Rocha Neto - Guaíra.

Fonte: Site da PMC

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Dois mil profissionais trabalham para fazer Curitiba a campeã de limpeza no Brasil

Curitiba é a cidade campeã da limpeza no Brasil. O título foi dado pelo programa de televisão Fantástico, da Rede Globo, que no último domingo fez um teste entre sete capitais brasileiras para verificar em qual delas a população joga menos lixo nas ruas.


"A população da capital paranaense foi o destaque positivo do desafio. Com este comportamento consciente dos curitibanos e com o trabalho eficiente das equipes de limpeza da Prefeitura, Curitiba, para nosso orgulho, é a cidade mais limpa do País", diz o prefeito Beto Richa.


Manter a limpeza da cidade em ordem é tarefa diária que envolve um batalhão de trabalhadores. São cerca de 2 mil pessoas, entre funcionários públicos e terceirizados, responsáveis pela varrição, coleta, transporte, e operação do aterro sanitário. Há também os fiscais que acompanham a qualidade dos serviços prestados à população.


Uma das explicações para o sucesso da limpeza das ruas de Curitiba é que quanto mais limpa a cidade fica, mais a população cuida. O trânsito diário de garis nas ruas também colabora como indutor de bom comportamento. "As pessoas ficam com vergonha de jogar lixo quando vêem que alguém está limpando", afirma José Aparecido dos Santos, que trabalha como gari em Curitiba há 11 anos.


Curitiba tem 500 garis, que todos os dias se espalham pelas regiões mais movimentadas da cidade em busca do lixo perdido ou deixado pelos cidadãos desatentos. Divididos em três turnos, das 7h às 15h, das 15h às 22h e das 22h às 5h, cada gari varre por dia 1.800 metros de calçadas e meios-fios.

No teste do Fantástico, em Curitiba, depois de um dia sem varrição, os garis recolheram apenas 33 kg de lixo num trecho de um quilômetro da rua Marechal Deodoro, a mais movimentada da cidade, entre o a Alameda Doutor Muricy e rua Mariano Torres.


O mesmo teste foi aplicado nas demais cidades. Em Curitiba, como há varrição diária, houve um acordo com a produção do programa para que não houvesse o serviço no dia do teste, para que pudesse ser medida a quantidade de lixo jogada pela população.


Para se ter uma ideia do bom comportamento dos curitibanos, a segunda colocada no ranking da limpeza, Goiânia, capital de Goiás, retirou 203 quilos de lixo da rua selecionada para o teste, seis vezes mais que o recolhido em Curitiba. Na sequência do ranking vêm São Paulo, com 540 kg de lixo; Rio de Janeiro, com 680 kg; Belém, com 710 kg; Fortaleza, com 1 tonelada; e Salvador, com 1,2 tonelada.


"A população de Curitiba esta de parabéns pela lição de cidadania e de respeito com a cidade e o meio ambiente. Isso prova que o esforço em educação ambiental e em limpeza urbana traz excelentes resultados", diz o secretário municipal do Meio Ambiente, José Andreguetto.


Fonte: PMC

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Beto Richa anuncia Bola Cheia e ampliação da Unidade de Saúde no Parolin


O prefeito Beto Richa anunciou na noite desta terça-feira (19), no bairro Parolin, a ampliação da Unidade de Saúde e o lançamento do programa Bola Cheia. "É sempre um enorme prazer estar aqui para trazer melhorias, investimentos ou inaugurar obras", disse o prefeito. "Uma das novidades é o Bola Cheia, da Secretaria Antidrogas Municipal, um novo instrumento para afastar nossas crianças dessas substâncias que destroem famílias e geram tanta violência".


A Unidade de Saúde do Parolin, que oferece atendimento de enfermagem, médico e odontológico, será ampliada de 300 para 800 metros quadrados. A expectativa é concluir as obras até o fim do ano. "Esta vai ser uma das grandes unidades da cidade", disse o vice-prefeito de Curitiba e secretário municipal da Saúde, Luciano Ducci, que também participou da visita.


A implantação do Bola Cheia deverá ocorrer no fim de fevereiro, logo após o carnaval. O programa da Secretaria Antidrogas Municipal oferece atividades para adolescentes e jovens de comunidades carentes às sextas-feiras e aos sábados, das 21h à 1h da madrugada (período com maior número de ocorrências policiais).


O secretário Antidrogas, Fernando Francischini, esteve na visita ao Parolin e espera que o programa envolva de 200 a 250 adolescentes e jovens do local. O Bola Cheia foi criado em maio de 2008 e já atendeu mais de 30 mil jovens nas regiões com alto índice de criminalidade na cidade.


Além da reforma da Unidade de Saúde e a implantação do programa Bola Cheia, a Prefeitura tem trabalhado em outras obras pela melhoria da infra-estrutura social e urbana no Parolin. Uma delas é a construção do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) da Vila Parolin, que deverá ser concluído em julho.


A área de habitação também tem recebido atenção especial da Prefeitura. Na Vila Parolin, ocupação irregular mais antiga da cidade, com mais de 50 anos, 1507 famílias serão beneficiadas com um projeto de urbanização. O projeto prevê o reassentamento de 677 famílias e o atendimento das demais 830 com obras de infra-estrutura. "É o início de uma grande transformação para esta comunidade", diz o prefeito Beto Richa.


O reassentamento é feito em etapas, à medida que as unidades ficam prontas. Até agora, 100 famílias foram reassentadas. Uma delas é a do pintor José Carlos Silva, que se mudou para um sobrado há três meses, depois de três anos morando no bairro. A casa está um "brinco". Seu José e as três filhas capricharam na decoração, com plantas enfeitando a entrada e pintura diferenciada no interior. "Usei material que sobrou do trabalho para colorir a casa por dentro, todo mundo gostou. Acho importante cuidar do lugar onde a gente vive", disse seu José.


Participaram da visita o diretor presidente da Companhia de Habitação Popular de Curitiba, Mounir Chaowiche, o deputado estadual Ademar Traiano, e o presidente da Associação dos Moradores do Parolin, Edson Rodrigues. Houve apresentação do grupo cultural de dança afro pop Ginga Total, que envolve 60 participantes de seis até 60 anos de idade, moradores do Parolin.


Fotne: PMC

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Executiva Estadual do PSDB lança nota à imprensa


A Comissão Executiva do Diretório Regional do PSDB do Paraná fixou o dia 8 de fevereiro para a escolha do candidato do partido para disputar as eleições ao Governo do Estado em outubro deste ano.

Durante reunião nesta segunda-feira (dia 18), na sede do partido, os membros da Executiva deram início ao processo de definição da candidatura tucana, pleiteada pelo prefeito de Curitiba Beto Richa e pelo senador Alvaro Dias.

De acordo com o deputado Valdir Rossoni, presidente estadual do PSDB, a intenção do partido é buscar o entendimento e chegar a um nome de consenso para concorrer ao governo paranaense.

"Não há como fugir dessa decisão. A expectativa é grande, pois esse posicionamento vai influenciar nas composições. A partir do momento que tivermos nosso candidato, vamos intensificar as conversações com os outros partidos em busca de alianças".

A deliberação sobre quem será o candidato peessedebista, no dia 8 de fevereiro, será tomada pelos 45 membros do Diretório Regional do PSDB para posterior homologação na Convenção Partidária, no mês de junho.

Fonte: PSDB-PR

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Quadra de esportes da Oswaldo Cruz terá piso de madeira com amortecimento


A quadra poliesportiva do Centro de Esporte e Lazer da praça Oswaldo Cruz, na região central da cidade, terá novo piso. O piso de cimento está sendo trocado por um de madeira envernizada, com amortecimento.


"A troca dará maior conforto e segurança aos atletas, porque o novo piso com amortecimento evita lesões", diz o secretário municipal do Esporte e Lazer, Rudimar Fedrigo.


A quadra será pintada com as novas demarcações das quatro modalidades do esporte praticadas no local: basquete, vôlei, futebol de salão e handebol. A obra ficará pronta até o fim de janeiro. As atividades esportivas voltarão ao normal no dia 9 de fevereiro.


O Centro de Esporte e Lazer da Oswaldo Cruz é referência na cidade em espaço público para práticas esportivas. O centro oferece aulas para crianças e adolescentes de vôlei, basquete, futebol de salão e handebol, aulas de natação, de ginástica e de alongamento e pista de caminhada.


Fonte: www.curitiba.pr.gov.br

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Artigo de Beto Richa: "Por um federalismo mais justo"*



















"O Paraná tem sido historicamente relegado a segundo plano nas suas relações federativas com a União. A soma das obras e investimentos federais destinada ao Estado é bastante inferior ao montante de impostos recolhidos por trabalhadores e empresas paranaenses.


Nesta equação de flagrante injustiça entre entes federativos, a conta não pode ser debitada ao atual governo: trata-se de uma questão histórica, que prevalece desde a Velha República e que teve uma única exceção na segunda metade da década de 1970, período em que o Paraná recebeu a devida contrapartida à sua contribuição com importantes investimentos federais aqui realizados, entre eles a refinaria da Petrobras, instalada em Araucária, na Região Metropolitana.


Não perdemos apenas recursos: no governo Vargas (1930-1945) chegamos ao fundo do poço ao perder um terço de nossas terras, confiscadas para a formação do Território do Iguaçu, extinto graças à luta de um líder como Bento Munhoz da Rocha, que se insurgiu corajosamente contra essa violência.


Mas o fato é que o Paraná (e o conjunto de seus municípios) continua amargando prejuízos na divisão do bolo tributário nacional, como se viu em recente reportagem na imprensa dando conta de que o Estado, embora tenha a quinta maior economia do País, será o oitavo em volume de recursos do Orçamento Geral da União de 2010.


O Paraná tem o quinto PIB (Produto Interno Bruto) e a quinta maior população do Brasil, mas a quantia de recursos federais que lhe será destinada ano que vem (R$ 4,5 bilhões) é menor que a soma prevista para Estados com economia menor.


Casos de discriminação como este se multiplicam em outras áreas. Basta comparar, por exemplo, a projeção de investimentos federais no aeroporto Afonso Pena com a previsão de recursos para modernização e ampliação de aeroportos de outros estados.


A partir de nossa experiência à frente da Prefeitura de Curitiba, acredito que é possível alterar os fundamentos desta relação entre o Paraná e Brasília a partir de uma base mais justa, sem ferir o princípio sagrado do equilíbrio regional (os Estados mais ricos devem continuar financiando o desenvolvimento das regiões mais pobres).


Curitiba desenvolve, com a União, um relacionamento que é republicano na sua essência, porque visa estritamente ao bem-comum. É uma parceria técnico-administrativa que tem seu ponto mais alto na área da habitação de interesse social.


Ainda no dia 23 de dezembro recebemos o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e dirigentes da Caixa Econômica para firmar um convênio para construção de 3,5 mil unidades habitacionais.


Tenho convicção de que, com diálogo e transparência, e acima de tudo com o trabalho esclarecido de nossa bancada federal, unida aos trabalhadores e empresários paranaenses, é possível reverter esta equação.


Pelo desenvolvimento do Paraná e o bem-estar de nossa gente."

*Beto Richa é Engenheiro Civil, formado pela PUC-PR, foi Deputado Estadual, Vice-Prefeito de Curitiba e atualmente é Vice-Presidente do PSDB-PR e Prefeito de Curitiba

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Curitiba é a primeira cidade brasileira a receber o prêmio Sustainable Transport Award

O prefeito Beto Richa recebeu em Washington, na noite desta terça-feira (12), o prêmio Sustainable Transport Award 2010, pela implantação da Linha Verde. É a primeira vez que uma cidade brasileira recebe o prêmio do Institute for Transportation and Development Policy (ITDP).


"Mais que um incentivo, este reconhecimento amplia nossas responsabilidades com a construção de uma sociedade sustentável, questão que não será equacionada sem um transporte de massa caracterizado pela excelência de sua qualidade", disse Richa em seu discurso de agradecimento, em solenidade no Hotel Hilton, no Centro da capital americana.


O Prêmio Transporte Sustentável, oferecido anualmente aos melhores projetos de transporte público do mundo, é organizado pelo ITDP, dos Estados Unidos, e por uma comissão com mais oito instituições internacionais, entre elas o Centro da ONU para Desenvolvimento Regional.


"A premiação coroa o trabalho de várias gerações de curitibanos na área de transporte urbano, trabalho que teve novo impulso, agora, com a Linha Verde", disse Richa. "Este reconhecimento internacional comprova que Curitiba se mantém como uma referência mundial em soluções urbanas inovadoras."


O prefeito disse que a permanente modernização do transporte coletivo continua sendo um compromisso fundamental de Curitiba, inclusive com a adoção de novas tecnologias de rodagem que ampliem as possibilidades da matriz original do sistema. "Isso sem nos afastar do conceito que associa transporte público, sustentabilidade e qualidade de vida."


"Com a Linha Verde, Curitiba dá continuidade a uma tradição de transporte sustentável. Curitiba é um dos primeiros e melhores exemplos de transporte urbano eficiente e plano de uso de solo com foco na sustentabilidade ambiental", disse Enrique Penalosa, presidente do Institute for Transportation and Development Policy.


"A remoção da antiga rodovia BR 116 era sonho dos curitibanos e chegou a ser cogitada por planejadores urbanos visionários já nos anos 1960", afirmou Beto Richa. "A Linha Verde virou uma realidade no desenvolvimento da cidade e no avanço do transporte público de Curitiba."


"Os membros do comitê do prêmio ficaram impressionados com a Linha Verde, um corredor de transporte moderno, em conjunto com linhas de tráfego, ciclovias, calçadas e parque linear, formando uma avenida completa", disse Enrique Penalosa, ex-prefeito de Bogotá e também vencedor, em 2005, do Sustainable Transport Award.


"Curitiba lançou a pedra fundamental para a inovação no transporte público. Todos reconhecem que a cidade merece a indicação para o prêmio", disse Kathryn Phillips, especialista em políticas de transporte do Environmental Defense Fund, em Sacramento, na Califórnia.


As cidades de Ahmedabad, Johannesburgo, Cali e Guadalajara também foram premiadas, todas por projetos inspirados no sistema curitibano de canaletas exclusivas, que ficou mundialmente conhecido como BRT, do inglês Bus Rapid Transit (Ônibus de Trânsito Rápido).


Ahmedabad implantou o Janmarg, primeiro sistema BRT na Índia. Johannesburgo ganhou o prêmio pela primeira fase do Rea Vaya, primeiro BRT do continente africano e construído para a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul.

Cali lançou o corredor inicial do Sistema Mio, uma ambiciosa transformação do sistema de ônibus da cidade. Guadalajara implantou um sistema BRT em menos de dois anos.


Além de Enrique Penalosa, que construiu o TransMilenio de Bogotá, também inspirado no sistema de ônibus curitibano, já venceram o Sustainable Transport Award os prefeitos de Nova York, Michael Bloomberg, em 2009; de Paris, Bertrand Delanoë, em 2008; de Londres, Ken Livingston, em 2008; de Guayaquil, Jaime Nebot, em 2007; de Seul, Myung-Bak Lee, em 2006.


"Os indicados para o Sustainable Transport Award deste ano demonstram a importância dos países em desenvolvimento na luta contra as mudanças climáticas, enquanto melhoram a qualidade de vida de seus cidadãos e aumentam sua competitividade internacional", disse Walter Hook, diretor-executivo do ITDP. "As cidades têm a força para reduzir significativamente as emissões de carbono e procurar, ativamente, meios de melhorar o transporte."


Além do ITDP e do Centro da ONU para Desenvolvimento Regional, o comitê do prêmio é formado por especialistas em transporte das seguintes instituições: Environmental Defense Fund; Transportation Research Board Committee on Transportation in Developing Countries; Clean Air Initiatives for Asia; Clean Air Initiatives for Africa; GTZ (Deutsche Gesellschaft für Technische Zusammenarbeit), da Alemanha; EMBARQ (The World Resources Institute Center for Sustainable Transport); e International Association of Public Transport (UITP).


"A indicação de três importantes cidades da América Latina (Cali, Curitiba e Guadalajara) reafirma o papel de liderança adotado por esta região para desenvolver sistemas de transportes mais limpos e mais eficientes", disse Sergio Sanchez, diretor executivo do Clean Air Institute. "Estes exemplos devem incentivar outras cidades da América Latina e de outros lugares a continuar construindo cidades mais competitivas, ao mesmo tempo em que melhoram a qualidade do ar e reduzem a emissão de gases."


Fonte: www.curitiba.pr.gov.br

Grande Perda!


De acordo com informações divulgadas pelo gabinete do Senador Flávio Arns (PSDB), a coordenadora internacional da Pastoral da Criança, Zilda Arns, morre após grande terremoto de intensidade 7 na escala Ritcher, no Haiti na noite de ontem (12). Segundo o sobrinho de Zilda, a brasileira estava acompanhada por um tenente que também perdeu a vida na tragédia. Flávio Arns embarcou esta manhã para Porto Príncipe.

Zilda Arns Neumann tinha 73 anos, era médica pediatra e sanitarista, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança e fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa. Ela era representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), do Conselho Nacional de Saúde e membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES). (Fonte: Globo.com)

A JPSDB Curitiba - bem como todos os brasileiros - sentem a perda de uma grande mulher e profissional. Sua preocupação com o bem estar social de crianças e idosos muitas vezes foi e continuará sendo a mão protetora que lhes faltaram. Todos os membros da Juventude Tucana expressam os pezares aos familiares de Zilda pelo seu desaparecimento trágico e prematuro.

Força e fé em Deus.

JPSDB Curitiba
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Imagem: Abril.com

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Dicas para presevar o meio ambiente




Prefeitura de Curitiba preparada para as Corridas de Rua 2010


Já foi dada a largada para as corridas de rua em Curitiba, promovidas pela Secretaria Municipal do Esporte e Lazer. A primeira será o Revezamento entre Parques, que acontece no dia 7 de fevereiro, e que está com as inscrições encerradas por ter alcançado o número máximo de participantes. Serão 1100 corredores divididos em 275 equipes masculinas e femininas. A saída será do Bosque do Papa com chegada no Parque Barigui e pontos de revezamento nos parques São Lourenço,Tanguá e Tingui.


"Há mais de vinte anos a Prefeitura Municipal de Curitiba investe neste tipo de prova, antes mesmo delas alcançarem a repercussão que têm hoje. No início tínhamos um número mínimo de participantes, mas em nenhum momento deixamos de investir na modalidade. Hoje são 8 mil corredores cadastrados na secretaria do esporte e que participam regularmente das provas", diz Rudimar Fedrigo, secretário municipal do Esporte e Lazer.


As corridas de rua são um fenômeno que tem crescido em média 30 a 40% ao ano em número de participantes em todo mundo. Em Curitiba, entre os cadastrados, 70% são homens e 30% mulheres. O que tem se verificado também ao longo dos anos é a crescente associação de corredores, que buscam empresas especializadas e treinadores profissionais para melhora do desempenho, bem como apoio no momento da inscrição, participação nas provas e com a montagem de equipes.


Para este ano, além da prova de Revezamento entre Parques, estão previstas seis etapas de corridas de 10 quilômetros, iniciando em março e terminando em setembro. Para novembro está marcada a Maratona de Curitiba, que a cada ano atrai um grande número de participantes de todo país e também do exterior.


Entre as novidades previstas em 2010 está a alteração no percurso de algumas provas, visando principalmente o conforto dos participantes, e a busca de trajetos que privilegiem a topografia mais plana e em ruas arborizadas. "Um exemplo é a 6ª Corrida Noturna da Unimed, que corresponde a primeira etapa das corridas de rua. Este ano a largada e chegada acontecerão na Universidade Positivo, com toda a prova concentrada naquela região da cidade", explica o professor João Negrão,coordenador de corridas da secretaria.


Numa prova do porte da Unimed, marcada para 13 de março, a participação chega a 3 mil corredores, e a antiga saída na rua Itupava não comportava mais este contingente. "Além do grande número de pessoas há a questão logística como o estacionamento dos veículos dos participantes e a própria estrutura de controle que precisa ser montada com antecedência. Ao usarmos um espaço como da Universidade Positivo estamos resolvendo estas questões de forma racional e segura para todos", afirma o coordenador.


As provas das corridas de rua representam também a colaboração com as instituições atendidas pela FAS - Fundação de Ação Social de Curitiba, uma vez que cada participante precisa fazer a doação de uma lata de leite em pó a título de inscrição. Uma vez inscrito, o participante tem direito a camiseta, número, medalha e chip de controle de tempo, que deverá ser devolvido ao final da corrida.


Corredores do futuro - Jovens curitibanos também sendo preparados para se tornarem corredores no futuro, com provas especiais que atingem a faixa etária dos 9 aos 17 anos. Durante o ano são realizadas seis etapas do Festival Infantil, que acontecem em parques da cidade. A cada prova são contabilizadas de 400 a 600 inscrições, com destaque para os participantes das escolas municipais, que contam com um projeto específico de apoio aos professores para incentivar a prática esportiva. O percurso varia de um a quatro quilômetros, dependendo da idade. A primeira etapa do festival está marcada para o dia 21 de março, com inscrições abertas a todos os interessados de 1º a 14 de março.


Serviço
Informações: 3350-3703 / 3350-3745


Etapas das Corridas de Rua 2010
13 de março - 6ª Corrida Noturna Unimed (1ª Etapa)
11 de abril - 2ª Etapa
30 de maio - 3ª Etapa
18 de julho - 4ª Etapa
22 de agosto - 5ª Etapa
19 de setembro - 6ª Etapa

Etapas do Festival Infantil
21 de março - 1ª Etapa
18 de abril - 2ª Etapa
16 de maio - 3ª Etapa
29 de agosto - 4ª Etapa
26 de setembro - 5ª Etapa
24 de outubro - 6ª Etapa


Fonte: www.curitiba.pr.gov.br

domingo, 10 de janeiro de 2010

“A esquerda somos nós”

O senador pernambucano Sérgio Guerra, de 62 anos, prepara-se para a tarefa mais difícil de sua carreira: coordenar a campanha que pode reconduzir seu partido à Presidência da República. Ele já dá como certa a candidatura do governador de São Paulo, José Serra. Juntos, eles preparam a estratégia para enfrentar a ministra Dilma Rousseff, que representará o governo mais bem avaliado da história. Será a segunda vez que Serra vai disputar a Presidência da República. Na primeira, em 2002, perdeu para Lula. Naquela ocasião, Serra era visto como o candidato de centro-direita, por representar o governo “neoliberal” de FHC. Lula era o homem da esquerda, que fazia oposição. Oito anos depois, o redemoinho da política inverteu os papéis. O PT lançará a candidatura governista, defendendo a mesma política econômica de FHC, e o PSDB, agora na oposição, apostará numa posição mais à esquerda, como explica o senador nesta entrevista a VEJA.

O governador José Serra é o candidato do PSDB à Presidência da República?
Nós trabalhamos com esse cenário.

Com a desistência do governador de Minas, Aécio Neves, por que o PSDB não anuncia de uma vez a candidatura de Serra?
Serra tem compromissos com o estado de São Paulo. A população paulista espera que ele cumpra suas obrigações até o fim do mandato. Quando ainda existia a disputa entre Serra e Aécio, nós sentíamos que havia a necessidade de definir logo o nome. Como o governador de Minas Gerais desistiu, o anúncio se tornou irrelevante. Virá no momento apropriado. Isso não vai demorar.

Aécio já disse que não aceita ser vice na chapa tucana. Quem será?
A definição do vice se dará apenas depois do anúncio da candidatura Serra. O nome pode vir do PSDB ou do DEM, que é nosso grande parceiro. Há bons quadros nos dois partidos.

O governador de Minas parece bem descontente com o desfecho dessa disputa…
Tenho 100% de certeza que Aécio estará ao nosso lado durante a campanha. Desistir não foi uma decisão fácil para ele. A população de Minas esperava a candidatura dele a presidente. Não é fácil para Aécio administrar essa pressão. Mas cada coisa no seu tempo. Agora, ele poderá se dedicar à campanha dos nossos aliados no seu estado.

Sem Aécio na chapa, o PSDB não enfrentará ainda mais dificuldades na disputa com a candidata governista, Dilma Rousseff, que terá no seu palanque o presidente mais popular da história?
Temos um candidato fortíssimo, que não está à frente nas pesquisas por mera sorte. Serra é um político inteligente, preparado, que sabe governar e já mostrou isso. Tem história e compromisso com o país. O governo vai de Dilma, que não tem nada disso. Ela nunca foi candidata, não tem história, hospedou-se por algum tempo no PDT e agora foi para o PT. Dilma não tem o que dizer nem o que mostrar. Qual o currículo dela? Dilma é candidata porque o presidente assim quis. Mas essa história de Lula de saias não funciona.

Ela será a candidata de um governo que beira a unanimidade. O PT vai comparar os números do governo Lula com os do governo tucano.
Isso não vai colar. Eles querem impor essa campanha plebiscitária, uma pauta artificial, mas o eleitor não é bobo. Na hora da campanha, quem vai disputar a eleição serão Dilma e Serra, cada um com sua biografia. A não ser que a Lula se esconda… (risos) Ato falho. Que a Dilma se esconda.

Como Serra poderá conquistar o eleitorado do Nordeste, que idolatra o presidente e foi largamente beneficiado por programas como o Bolsa Família?
Ninguém terá os votos que Lula tem no Nordeste. Nem Dilma. Fala-se muito em transferência de votos, mas isso acontece até certo ponto. Não acredito que haverá tanta transferência para Dilma. Tenho visto isso no interior do Nordeste: o povo não ama a ministra. Mas muita gente gosta do Serra. Não será como em 2006, quando os nordestinos votaram maciçamente em Lula. Naquele ano, só fizemos campanha em Sergipe. Nos outros estados, não havia organização. Aliás, eu não podia nem falar no nome de Alckmin (então candidato do PSDB). Só queriam saber do Lula. Agora é diferente. Estamos mais organizados, temos um candidato fortíssimo.

Caso Serra vença, haverá mudanças substanciais na política econômica?
Sem dúvida nenhuma. Iremos mexer na taxa de juros, no câmbio e nas metas de inflação. Essas variáveis continuarão a reger nossa economia, mas terão pesos diferentes. Nós não estamos de acordo com a taxa de juros que está aí, com o câmbio que está aí. Estamos criando empregos no exterior. Os últimos resultados da balança comercial são negativos. Precisamos estabelecer mecanismos para criar empregos no Brasil. Espero que a sociedade nos compreenda. Será necessário fazer um rigoroso ajuste das contas públicas. Hoje, o governo gasta muito – e mal. Os gastos cresceram além da capacidade fiscal do país.

E como transcorreriam essas mudanças?
Se ganharmos, agiremos rápida e objetivamente. A forma de fazer será discutida no momento adequado. Haverá um Ministério do Planejamento que realmente planeje, e não o desastre que está aí hoje. O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) não se realizou. Não há prioridades programáticas, só números inflados. Apenas os projetos eleitoreiros, os que têm padrinhos políticos, estão andando. As estradas estão esburacadas, os aeroportos estão na iminência de outro apagão, a infraestrutura de transportes, como os portos, foi entregue a políticos e a grupos de pressão. Isso é o PAC na realidade – e nós vamos acabar com ele.

Falando assim, até parece que o PSDB está à esquerda do PT…
Mas nós estamos à esquerda mesmo. Se ganharmos, vamos acelerar os investimentos na educação e na saúde. Manteremos o Bolsa Família, que é um mecanismo eficiente de erradicação da miséria e da fome. O PT não é de esquerda. Já foi; não é mais. O PT se transformou num partido populista. Antes, o PT tinha militância nas grandes cidades. Agora, tem cabos eleitorais nos grotões, pagos com dinheiro público, que escorre por meio de ONGs. Isso é esquerda? Não, é populismo. A verdade é que o PT só gosta de democracia quando lhe convém. Na eleição passada, quando estávamos atrás nas pesquisas, o PT introduziu o crime na campanha, com o dossiê fajuto dos aloprados e aquela pilha de dinheiro que ninguém sabe de onde surgiu. Agora que estamos na frente, imagine o que eles vão fazer. Será uma campanha sangrenta. Eles vão fazer de tudo para impedir uma possível vitória nossa. O que está acontecendo atualmente são apenas ensaios.

Como assim?
Dilma e o PT estão fazendo campanha eleitoral sem a menor cerimônia. Isso é contra a lei. Estamos assistindo a um banho de propaganda, na linha “Pra frente, Brasil”, do Médici (general Emílio Garrastazu, presidente entre 1969 e 1974, na ditadura militar). É uma estratégia bem articulada de propaganda, na qual as empresas públicas entraram fortemente. O incrível é que empresas privadas também participam disso. O filme sobre Lula (Lula, o Filho do Brasil, em cartaz) foi financiado assim. Isso é inconcebível numa democracia.

As empresas não são livres para apoiar o governo?
Apoiam para se aproximar do poder. Mas não é só isso. Em 2002, a máquina pública não foi usada na campanha de Serra a presidente. Agora, há comícios de Dilma e Lula toda semana. É um espanto. Eu vi isso no meu estado. No ano passado, Dilma passou dois dias visitando as obras de transposição do Rio São Francisco. Eu as visitei em duas horas. O que justifica ficar tanto tempo lá? É claro que se trata de campanha, e ainda por cima paga com dinheiro do contribuinte. Isso é reflexo do trato do PT com a coisa pública. Nenhum governo até hoje tinha sido capaz de aparelhar a máquina estatal de alto a baixo. Isso é péssimo para o país.

Por exemplo?
A Petrobras. É a maior empresa do país, um governo dentro do governo, e sempre foi poupada da sanha do fisiologismo. Era aceitável que se nomeassem diretores, mas a interferência parava por aí. No governo do PT, virou uma esculhambação. Puseram apaniguados em todos os setores e cargos.

Mas a Petrobras não está divulgando lucros recordes a cada trimestre?
Certamente seriam bem maiores, não fosse o loteamento. Essas nomeações causaram perda de eficiência e corrupção. No nosso governo, liquidaríamos essa prática. Seriam nomeados apenas técnicos que tivessem interesse no bem da Petrobras – e não no de um partido político. É preciso moralizar as ações políticas.

O PSDB vai mesmo usar esse discurso na campanha? Os maus costumes já se estabeleceram como aceitáveis no mundo político.
Eu votei em Lula várias vezes, mas nesse quesito ele me decepcionou. Acho que Lula foi o último presidente a fazer política com as mãos sujas. O clima político está saturado. A convivência parlamentar não suportará mais uma legislatura com tantas crises. Atingimos o limite. Não há mais espaço para esse tipo de mentalidade que redundou no mensalão, na compra espúria do Parlamento. É a mesma mentalidade que troca votos no Congresso por cargos no governo, por emendas parlamentares.

Essas práticas já eram empregadas antes do governo Lula.
Não estou dizendo que antes era o céu e que agora vivemos no inferno. Mas o PT levou ao limite essas atitudes corruptas. O mensalão não morreu. Ele sobrevive nessas práticas, no desrespeito às normas democráticas. Os mensalões têm se expandido pelo país, nas assembleias e nas câmaras municipais.

Qual a autoridade do PSDB para criticar os petistas, no momento em que o senador Eduardo Azeredo acaba de se tornar réu no Supremo Tribunal Federal, acusado de liderar o mensalão mineiro?
Eu não concordo que tenha havido mensalão em Minas. O senador Azeredo é um dos homens públicos mais íntegros do país. Temos certeza de que ele será inocentado no STF.

Por que o PSDB não consegue fazer oposição?
Tentamos fazer, mas é difícil. O Congresso está desmoralizado, e o exercício da oposição sempre se deu no Parlamento. Se o Parlamento não tem força, a oposição fica limitada. As comissões parlamentares de inquérito, que são o instrumento mais poderoso da minoria, foram
exterminadas. O governo aprendeu a aniquilar CPIs.

O governo FHC também enterrava CPIs, como a da Corrupção, que foi barrada no fim da gestão tucana.
Cometemos nossos equívocos, mas o PT destruiu o Congresso. Crises como a do mensalão nascem no Executivo. Não há diálogo do governo com o Congresso. O PT montou tropas de choque, com parlamentares inexpressivos, que não se constrangem em defender o indefensável, atacam os outros sem pudor e agridem a imprensa. A gasolina dessa tropa é o dinheiro público. Foi o que se viu na CPI dos Cartões Corporativos e na CPI da Petrobras, que terminaram sem começar.

Como o PSDB poderia fazer diferente, se a qualidade do próximo Congresso provavelmente será a mesma?
Primeiro, não podemos partir do princípio de que o Parlamento não presta. É preciso respeitar todos os partidos e buscar diálogo com quem queira conversar. Vamos acabar com a linguagem dos cargos e das emendas. É claro que há elementos que não se dobram a argumentos republicanos. Com esses, não haverá conversa. Para isso, é preciso ter capacidade de liderança, o que Serra sempre demonstrou ter. Nosso candidato terá autoridade política e moral para conduzir esse processo de limpeza. Dilma, por outro lado, não poderá fazer isso. Ela é filha desse contexto ruim.

Fonte: http://rede.psdb.org.br/

sábado, 9 de janeiro de 2010

Veja como ficou a revitalização da pista de skate da Praça do Gaucho

A obra faz parte de uma emenda orçamentária do vereador Luiz Felipe Braga Côrtes. Curitiba tem 23 pistas de skate, 5 delas implantadas pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente desde 2005. Todas são para recreação e iniciantes no esporte, localizadas em diferentes regiões da cidade.

Mais 2 restaurantes populares em 2010


Depois do sucesso do Restaurante Popular da Praça Rui Barbosa, que serve comida balanceada por apenas R$1,00, dois novos restaurantes estão sendo construídos para atender a população do Sítio Cercado e da Fazendinha/CIC. Veja acima como funciona o restaurante.

Fonte: www.curitiba.pr.gov.br

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Richa receberá em Washington prêmio pela Linha Verde


O prefeito Beto Richa receberá em Washington, na próxima terça-feira (12), o prêmio Sustainable Transport Award 2010, pela implantação da Linha Verde. O Prêmio Transporte Sustentável, oferecido anualmente aos melhores projetos de transporte público do mundo, é organizado pelo Institute for Transportation and Development Policy (ITDP), dos Estados Unidos, e por uma comissão com mais oito instituições internacionais, entre elas o Centro da ONU para Desenvolvimento Regional.


"A Linha Verde já é uma realidade no desenvolvimento da cidade e no avanço do transporte público de Curitiba. Este reconhecimento internacional comprova que Curitiba continua sendo uma referência mundial em soluções urbanas inovadoras", diz Richa. Também foram premiadas as cidades de Ahmedabad, na Índia; Johannesburgo, na África do Sul; Cali, na Colômbia; e Guadalajara, no México.


Ahmedabad, Johannesburgo, Cali e Guadalajara foram premiadas por projetos inspirados no sistema curitibano de canaletas exclusivas, que ficou mundialmente conhecido como BRT, do inglês Bus Rapid Transit (Ônibus de Trânsito Rápido).


Ahmedabad implantou o Janmarg, primeiro sistema BRT na Índia. Johannesburgo ganhou o prêmio pela primeira fase do Rea Vaya, primeiro BRT do continente africano e construído para a Copa do Mundo de 2010.



Cali lançou o corredor inicial do Sistema Mio, uma ambiciosa transformação do sistema de ônibus da cidade. Guadalajara implantou um sistema BRT em menos de dois anos.


"Com a Linha Verde, Curitiba dá continuidade a uma tradição de transporte sustentável. Curitiba é um dos primeiros e melhores exemplos de transporte urbano eficiente e plano de uso de solo com foco na sustentabilidade ambiental", disse Enrique Penalosa, presidente do Institute for Transportation and Development Policy.


"Os membros do comitê do prêmio ficaram impressionados com a Linha Verde, um corredor de transporte moderno, em conjunto com linhas de tráfego, ciclovias, calçadas e parque linear, formando uma avenida completa", completou Penalosa, ex-prefeito de Bogotá e também vencedor, em 2005, do Sustainable Transport Award.



Além de Enrique Penalosa, que construiu o TransMilenio de Bogotá, também inspirado no sistema de ônibus curitibano, já venceram o Sustainable Transport Award os prefeitos de Nova York, Michael Bloomberg, em 2009; de Paris, Bertrand Delanoë, em 2008; de Londres, Ken Livingston, em 2008; de Guayaquil, Jaime Nebot, em 2007; de Seul, Myung-Bak Lee, em 2006.


Além do Institute for Transportation and Development Policy e do Centro da ONU para Desenvolvimento Regional, o comitê do prêmio é formado por especialistas em transporte das seguintes instituições: Environmental Defense Fund; Transportation Research Board Committee on Transportation in Developing Countries; Clean Air Initiatives for Asia; Clean Air Initiatives for Africa; GTZ (Deutsche Gesellschaft für Technische Zusammenarbeit), da Alemanha; EMBARQ (The World Resources Institute Center for Sustainable Transport); e International Association of Public Transport (UITP).


Fonte: www.curitiba.pr.gov.br

Prefeitura investe R$ 81,6 milhões em obras contra enchentes


A Prefeitura de Curitiba investiu R$ 81,6 milhões desde 2005 em obras de prevenção a enchentes. Nesse período, as equipes da Secretaria Municipal de Obras Públicas fizeram a limpeza nas margens de rios da cidade numa extensão de 755 quilômetros, de onde retiraram 1,1 mil toneladas de lixo.


Além da faxina geral nos rios e córregos, o combate a alagamentos é feito com a prevenção da erosão - quando a terra e a vegetação ao lado dos rios escorregam para dentro da água. O valor investido nesse serviço foi de R$ 7,8 milhões.



A prevenção contra enchentes também é feita com a manutenção da rede de galerias por onde escorre a água da chuva, que os técnicos da área de saneamento chamam de "microdrenagem", pois a "macrodrenagem" é feita pelos próprios rios. O investimento geral em drenagem foi de R$ 72 milhões, incluindo ações corretivas e preventivas de drenagem, bem como a construção de pontes e passarelas.


O restante dos recursos, R$ 1,8 milhão, foi usado na dragagem, desassoreamento e desvio de fundos de vale (as regiões que margeiam rios e córregos da cidade).


Além do trabalho do dia-a-dia, a Prefeitura de Curitiba busca soluções de longo prazo evitar os alagamentos tão comuns nas grandes cidade, em especial durante as chuvas de verão.


A Lei Orçamentária Anual deste ano (LOA 2010) prevê a implantação de um plano diretor de macrodrenagem urbana, que terá como base um amplo levantamento de todos os pontos da cidade sujeitos a inundação. "Temos um cadastro com os pontos onde ocorrem inundações e mantemos um monitoramento constante. Em todos os casos temos soluções encaminhadas. O segredo é não deixar para investir só na hora em que os problemas aparecem", afirma o secretário municipal de Obras Públicas, Mário Tookuni.


O secretário afirma também que a Prefeitura de Curitiba tem um projeto de aproximadamente R$ 30 milhões aguardando aprovação do Ministério das Cidades para atender a grande bacia do rio Belém. "A Prefeitura tem projetos e está buscando os recursos necessários para implantá-los", diz Tookuni.


Fonte: www.curitiba.pr.gov.br