segunda-feira, 24 de maio de 2010

O PP do Paraná agora é Beto Richa e José Serra!

O presidente do Partido Progressista no Paraná, Ricardo Barros, anunciou a aliança com o PSDB e o lançamento da sua candidatura ao Senado na chapa de Beto Richa. O anúncio foi feito na manhã desta segunda-feira (24), em Curitiba, na reunião da executiva do PP.

Para consolidar o apoio, o deputado federal Ricardo Barros entregou ao presidente estadual do PSDB, Valdir Rossoni, uma carta requisitando o compromisso do candidato Beto Richa com ações e investimentos considerados fundamentais pelo PP.

“É uma aliança programática. Apresentamos pontos essenciais para o desenvolvimento econômico do Estado e a melhoria da qualidade de vida dos paranaenses”, disse Barros. Pelo acordo haverá também coligação na eleição proporcional entre o PP e o PSDB e outros partidos que façam parte da aliança.


Para ler as propostas do PP ao PSDB clique aqui


Fonte: Fábio Campana

“Plano de Governo deve reunir aspirações de todos os paranaenses”


Beto Richa vai a 20 municípios do Sudoeste, a partir de quarta-feira, dia 26, para discutir Plano de Governo. O município de Francisco Beltrão terá audiência pública. Beto fala da importância de ouvir as pessoas. OUÇA.

CLIQUE AQUI E OUÇA O BETO (Espere carregar)


O pré-candidato do PSDB ao Governo do Paraná, Beto Richa, inicia na quarta-feira (26) um roteiro de encontros em municípios do Sudoeste, para discutir seu Plano de Governo. Em três dias, Richa visitará 20 municípios. ."Estamos fazendo esta caminhada por todo o Paraná para construir um amplo projeto de desenvolvimento para o Estado. Queremos que os reais anseios da população do Paraná estejam traduzidos em nosso Plano de Governo”, afirma Richa.


Na quarta-feira às 19h, no auditório do Centro de Exposições Jayme Canet Junior, em Francisco Beltrão, um audiência pública promovida pelo PSDB e pelo Instituto Teotônio Vilela discutirá propostas da região para o Plano de Governo de Richa. Já foram realizadas audiências públicas em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba; em Jacarezinho, no Norte Pioneiro; em Umuarama, no Noroeste; e em Apucarana, no Vale do Ivaí.


TRÊS DIAS NO SUDOESTE

A agenda de Beto Richa na região começará na quarta-feira (26), com encontros nas Câmaras Municipais de Realeza, Bela Vista da Caroba, Pérola do Oeste, Planalto, Capanema, Santa Izabel do Oeste e Santo do Lontra. Na quinta-feira (27), Richa irá a Ampére, Pinhal de São Bento, Pranchita, Santo Antônio do Sudoeste, Bom Jesus do Sul e Barracão.Na sexta-feira (28), os encontros serão em Verê, São Jorge do Oeste, Cruzeiro do Iguaçú, Nova Prata do Iguaçú, Nova Esperança do Sudoeste e Francisco Beltrão.


AULA MAGNA NA UNIPAR

Richa dará uma aula magna para a primeira turma do curso de Arquitetura e Urbanismo do campus da Universidade Paranaense (Unipar) em Francisco Beltrão, na quinta-feira (27) à noite. Richa falará sobre “Planejamento Urbano: A experiência de Curitiba”.


Fonte: www.betoricha.com.be


quinta-feira, 20 de maio de 2010

31 de maio: encontro da JPSDB Paraná e MOBILIZA Paraná em Paranaguá

PROGRAME-SE!

A juventude tucana do Paraná, juntamente com o movimento Mobiliza Paraná, convidam a todos para participarem do encontro na Câmara Municipal de Paranaguá no dia 31 de maio, às 18h30, que servirá para filiar novos cidadãos e conversar sobre a importância da Internet nas eleições deste ano.


Participe, promova o encontro. O futuro depende da nossa ação hoje mesmo!



Beto Richa vai a 20 municípios do Sudoeste para discutir Plano de Governo


O pré-candidato do PSDB ao Governo do Paraná, Beto Richa, inicia na quarta-feira (26) um roteiro de encontros em municípios do Sudoeste, para discutir seu Plano de Governo. Em três dias, Richa visitará 20 municípios. Na sexta-feira, 28, uma audiência pública organizada pelo PSDB do Paraná e pelo Instituto Teotônio Vilela, em Francisco Beltrão, reunirá as propostas da região.


"Estamos fazendo esta caminhada por todo o Paraná para construir um amplo projeto de desenvolvimento para o Estado. Queremos que os reais anseios da população do Paraná estejam traduzidos em nosso Plano de Governo”, afirma Richa. Já foram realizadas audiências públicas em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba; em Jacarezinho, no Norte Pioneiro; em Umuarama, no Noroeste; e em Apucarana, no Vale do Ivaí.


TRÊS DIAS NO SUDOESTE

A agenda de Beto Richa na região começará na quarta-feira (26), com encontros nas Câmaras Municipais de Realeza, Bela Vista da Caroba, Pérola do Oeste, Planalto, Capanema, Santa Izabel do Oeste e Santo do Londra.


Na quinta-feira (27), Richa irá a Ampére, Pinhal de São Bento, Pranchita, Santo Antônio do Sudoeste, Bom Jesus do Sul e Barracão.


Na sexta-feira (28), os encontros serão em Verê, São Jorge do Oeste, Cruzeiro do Iguaçú, Nova Prata do Iguaçú, Nova Esperança do Sudoeste e Francisco Beltrão.


AULA MAGNA NA UNIPAR

Richa dará uma aula magna para a primeira turma do curso de Arquitetura e Urbanismo do campus da Universidade Paranaense (Unipar) em Francisco Beltrão, na quinta-feira (27) à noite. Richa falará sobre “Planejamento Urbano: A experiência de Curitiba”.

Fonte: www.betoricha.com.br

terça-feira, 18 de maio de 2010

Beto Richa recebe Título de Cidadão Honorário de Colombo


O pré-candidato do PSDB ao Governo do Paraná, Beto Richa, recebeu nesta segunda-feira (17) o título de Cidadão Honorário de Colombo. Mais de 200 pessoas participaram da cerimônia, entre elas os prefeitos de Colombo, José Antônio Camargo (PSC); de Fazenda Rio Grande, Chico Santos (PSDB); de Campo Magro, José Antônio Pase (PMN); de Bocaiúva do Sul, Lucimeri Fátima Santos Franco (PMDB); e de Campina Grande do Sul, Luiz Assunção (PSB). “Sinto-me honrado em receber esse título, o que aumenta a minha responsabilidade. Espero poder retribuir com muito trabalho e empenho”, afirmou Richa.


FOTOS: Veja como foi a entrega do título a Beto Richa

ÁUDIO: Beto Richa fala sobre a integração com a Região Metropolitana


O título foi proposto pelo vereador Joel Cordeiro (PSDB). “É o título mais importante que podemos oferecer. Estou no terceiro mandato, sou vereador há 10 anos e essa é a primeira vez que ofereço um título de Cidadão Honorário porque o Beto é merecedor. Quando foi prefeito, direcionou investimentos para as regiões mais carentes”, justificou Cordeiro.


Richa destacou a integração com a Região Metropolitana no período em que foi prefeito de Curitiba. “Atuamos em diversas frentes, como na área de segurança alimentar,com os Armazéns da Família; na rede integrada de transporte público, com a recente incorporação do terminal do Guaraituba; na secretaria Antidrogas, com termos de cooperação com 21 cidades; infraestrutura, educação, saúde”, lembrou Richa.


O prefeito de Colombo, José Antônio Camargo, completou: “O Beto esteve conosco em diversos momentos como prefeito de Curitiba e vivenciou os problemas dos municípios da região metropolitana”.


Também participaram do evento o deputado federal Gustavo Fruet (PSDB); o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB); a presidente da Fundação de Ação Social de Curitiba, Fernanda Richa; o deputado estadual Edson Strapasson (PMDB); a vice-prefeita de Colombo, Rose Carvalho (PSDB); o vereador Gilberto Taborda Ribas (PP), presidente da Câmara de Vereadores de Colombo; os vereadores de Curitiba Mário Celso Cunha (PSB), Jair Cézar (PSDB), Felipe Braga Cortes (PSDB) e Professor Galdino (PSDB); o pastor da Igreja Assembleia de Deus, Edílson Siqueira; e a Rosanna Cattalini, presidente da Associação Beneficente que leva seu nome.


Fonte: www.betoricha.com.br


Assista ao vídeo e conheça sobre a nova campanha: "Eu me mobilizo!"

A campanha “Eu me Mobilizo” quer saber por qual causa você se compromete, por que motivo você se mobiliza.


Tradicionalmente em época de eleição o microfone é utilizado para prometer, para pedir… A nossa proposta é diferente, a ideia é que cada pessoa use o microfone para propor o seu comprometimento pela sua causa.


As mulheres já soltaram o verbo e disseram por qual motivo se mobilizam. Assista!


Então, faça um vídeo bem simples na sua casa mesmo, ou peça para um amigo te ajudar e diga por que causa você se mobiliza. De questões pessoais aos principais problemas mundiais, vale tuno nesta corrente de mobilização!


Saiba mais sobre a campanha, confira dicas e alguns exemplos de “Eu me Mobilizo” no vídeo abaixo:



sábado, 15 de maio de 2010

"Giro ao Vale do Ivaí foi satisfatório", avalia Beto Richa



O pré-candidato ao governo ao governo do Paraná pelo PSDB, Beto Richa, encerrou nesta sexta-feira, em Apucarana, a viagem de três dias ao Vale do Ivaí.

Ele participou de uma audiência pública na Câmara Municipal de Apucarana organizada pelo PSDB e em parceria com o Instituto Teotônio Vilela.

No encontro foram expostos os principais problemas apontados pelos moradores dos municípios visitados. Segurança, saúde, fortalecimento da agricultura familiar e interiorização de indústrias para conter o êxodo das pequenas cidades foram as principais reivindicações.

Antes da audiência pública, o pré-candidato visitou as instalações do Grupo Tribuna de Comunicação, onde comentou sua viagem ao Vale do Ivaí. Ele reforçou as prioridades que serão incluídas em seu Plano de Governo em um possível mandato.

Beto Richa disse que foi satisfatório o giro ao Vale do Ivaí.

No âmbito político, o pré-candidato se demonstrou confiante com uma possível aliança com o PDT. Ele acredita que um acordo seja firmado ainda na próxima semana.

Fonte: http://tnonline.com.br/

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Beto Richa no Vale do Ivaí: desenvolvimento deve estimular vocações regionais


Em viagem por municípios do Vale do Ivaí, para uma série de encontros para discutir seu Plano de Governo, o pré-candidato do PSDB ao Governo do Paraná, Beto Richa, destacou a necessidade de desenvolvimento a partir das vocações regionais.


Em Faxinal, Richa visitou uma propriedade familiar produtora de tomate. O município é responsável por 30% do tomate produzido no Estado. “Este é um bom exemplo. O governo pode estimular a geração de empregos e renda com políticas públicas que respeitem e apóiem a vocação regional, como é o caso do tomate aqui na região”, afirmou Richa. “O agronegócio é responsável por um em cada três empregos e por um terço do PIB do Brasil e podemos melhorar ainda mais, integrando a produção rural com a indústria e incentivando o empreendedorismo.”


O agricultor Reginaldo da Cruz, de 42 anos, que produz duas variedades de tomates em estufas há apenas um ano e meio em Faxinal, disse que a atividade está transformando rapidamente a região. “O tomate ocupa muito menos espaço que a soja, o milho e a pecuária, que dominavam o Vale, é mais lucrativo e gera muito mais empregos”, afirmou Cruz. A produção de tomates é responsável por mais de 3.000 empregos diretos e pelo menos 2.000 indiretos em Faxinal e Região.


O presidente da Associação dos Municípios do Vale do Ivaí (Amuvi), Mauricio Bueno de Camargo, de Cruzmaltina, um dos municípios visitados por Richa, reforçou a necessidade de apoiar a formação de uma cooperativa na região. Os tomates do Vale do Ivaí são vendidos para os estados de Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e até Amazonas.


Em Lidianópolis, a comunidade local sugeriu que o governo ofereça assistência técnica e programas de desenvolvimento da agricultura familiar, que considerem as características do solo, do clima e as aptidões dos agricultores. “Precisamos de apoio técnico para acentuar a diversificação na produção das pequenas propriedades”, afirmou o presidente do PSDB local, Julio da Silva.


Turismo religioso

O vereador José Carlos Mendonça (PMDB), uma das lideranças que recebeu Beto Richa em Lunardelli, disse que a cidade possui um grande potencial para o turismo religioso. Cerca de 300 mil romeiros que visitam o santuário de Santa Rita de Cássia Lunardelli a cada ano. Apesar disso, segundo Mendonça, não há um hotel na cidade, localizada a 100 km de Maringá e 150 km de Londrina. "Não temos infraestrutura adequada para explorar todo o potencial turístico da cidade. Precisamos de apoio para aproveitar esta oportunidade", disse.


Em maio a cidade deve receber mais de 80 mil visitantes para o dia da padroeira da cidade, Santa Rita de Cássia, em 22 de maio. O turismo religioso em Lunardelli começou em 1994, quando o padre João Maria da Rocha Santana criou a novena de Santa Rita de Cássia. Desde então, cresce a cada ano o número de romeiros que vão à cidade visitar o santuário. Richa também visitou o local.


O vereador também criticou a falta de apoio para os pequenos produtores rurais. "Há 101 famílias que vivem na Vila Rural, mas não existem programas que estimulem a produção local ", explicou Mendonça, lembrando que o município é o maior produtor de alfafa do Brasil (ele não soube informar qual a produção).


O prefeito de Jardim Alegre, José Martins de Oliveira (PTB), destacou a necessidade de o Governo dar mais apoio aos pequenos produtores rurais, além de melhorar as estradas rurais. Ele também lembrou do baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da região do Vale do Ivaí. "É preciso atrair investimentos para a região para gerar emprego e renda e promover o desenvolvimento local", afirmou.


Richa está no Norte do Paraná para cumprir um roteiro de três dias por 17 cidades do Vale do Ivaí. Nesta sexta-feira (14), encerrará a viagem com uma audiência pública organizada pelo PSDB e pelo Instituto Teotônio Vilela, em Apucarana, onde receberá uma compilação das propostas apresentadas pelas comunidades da região.


ROTEIRO NO VALE DO IVAÍ

A agenda de Beto Richa na região começou na quarta-feira (12), com reuniões em Bom Sucesso, São Pedro do Ivaí, São João do Ivaí, Lunardelli e Jardim Alegre.


Nesta quinta os encontros foram em Lidianópolis, Cruzmaltina, Faxinal, Mauá da Serra, Marilândia do Sul e Califórnia.


À noite Richa segue para Maringá, para visitar a 38ª Expoingá, e nesta sexta-feira (14), estará em Marumbi (10h), Kaloré (11h30), Borrazópolis (13h30), Novo Itacolomi (15h), Rio Bom (16h30).


Às 19h30, o PSDB e o Instituto Teotônio Vilela promovem, na Câmara Municipal de Apucarana, uma audiência pública, com a participação de Beto Richa.


Fonte: www.betoricha.com.br

Marcelo Richa fala das principais preocupações dos jovens nas reuniões da Juventude do PSDB

Entrevista do Presidente da Juventude Tucana do Paraná, Marcello Richa ao portal do Jornal "O Diário". Confira!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Para Beto Richa, Paraná tem que transformar potencial turístico em produto


Transformar o potencial turístico do Paraná em produto. Este é um dos desafios do próximo governo, na avaliação de Beto Richa. O projeto bem sucedido realizado em Curitiba durante a sua gestão pode servir de modelo para fomentar a chamada indústria do Turismo em outras regiões do estado.


Antes considerada apenas um ponto de passagem para turistas em direção a Santa Catarina e ao Rio Grande do Sul, Curitiba é a segunda capital brasileira mais bem preparada para receber turistas, de acordo com levantamento do Ministério do Turismo. A capital paranaense é superada apenas por São Paulo no relatório do Estudo de Competitividade que analisou 65 cidades consideradas destino indutores do desenvolvimento turístico nacional.


O período de permanência dos turistas em Curitiba, que se limitava a uma diária, passou para a média de três a quatro dias. A capital paranaense, com Beto Richa, conseguiu viabilizar-se como um importante produto no turismo nacional e já faz parte do grupo brasileiro de 65 destinos indutores do turismo desde 2007.


Beto lembra que esse crescimento se traduz em novas oportunidades de renda e emprego. Segundo estudos do próprio Ministério do Turismo, para cada vaga direta criada no setor são geradas mais duas indiretas. Se for comparada a um produto o turismo ocupa o quarto lugar na pauta de exportações brasileiras, superado ligeiramente pela indústria automotiva.


Pré-candidato ao governo do Paraná pelo PSDB, Beto acredita que é possível replicar em todo o estado o mesmo sucesso do projeto de desenvolvimento do turismo realizado em Curitiba. “Temos que planejar e executar um conjunto de ações nas áreas de infra-estrutura pública e privada, investir em qualificação profissional, na estruturação de produtos, e na promoção e no marketing. Tudo isto em um plano estratégico de desenvolvimento integrado”, explicou.


Para Beto, o governo do estado tem que fazer sua parte, criando infra-estrutura mas em cooperação com os municípios. “O Paraná pode ser apresentado ao Brasil e a todo o mundo como um extraordinário destino turístico. Temos cidades com patrimônio natural, cultural e também cidades modernas com capacidade para hospedar grandes eventos e gerar crescimento econômico. O desafio é transformar esse potencial em produto".


Fonte: www.betoricha.com.br

terça-feira, 4 de maio de 2010

A Copel, a Sanepar e o desenvolvimento paranaense


A Copel, a Sanepar e outras instituições públicas paranaenses ─ com destaque também para o Porto de Paranaguá ─ já demonstraram sua relevância no contexto do desenvolvimento econômico do Estado, assim como na execução de programas de distribuição de renda que merecem não apenas ser mantidos, como aperfeiçoados.

Quando prefeito de Curitiba, valorizei iniciativas de meus antecessores que haviam se revelado meritórias, como o programa Mãe Curitibana, que continuamente vem reduzindo os índices de mortalidade materno-infantil, e os Armazéns da Família.


Tenho um compromisso público, já explicitado em outros artigos e declarações registradas pela imprensa, com a manutenção da Copel, da Sanepar e do Porto como instituições cujo controle acionário deve ser conservado em mãos do Estado.


Postulo um Estado eficiente, de mãos dadas com a iniciativa privada, e esta é uma das razões pelas quais entendo que o poder público não pode abdicar de instrumentos eficazes na superação de nossos gargalos de infraestrutura. Minha convicção sobre esta questão se prende a outros fatores, que submeto à apreciação do leitor.


1. O manifesto nacional do PSDB, meu partido, defende, de forma cristalina, o fortalecimento e a profissionalização da gestão das empresas estatais como entes públicos que correspondam às reais necessidades do País. Ou seja, propõe que estas empresas atuem em favor do Estado e dos cidadãos, e jamais de grupos ou partidos.


2. Minha gestão à frente da Prefeitura de Curitiba não promoveu qualquer iniciativa de caráter privatista. Isso não significa que não valorizamos a iniciativa privada. Não cultivamos preconceitos. Enviamos à Câmara Municipal o projeto de lei que regula as PPPs (Parcerias Público-Privadas) e, ao longo da gestão, promovemos ações em cooperação com empresas, entidades e instituições. Com diálogo, austeridade e transparência, realizamos parcerias que resultaram em substancial economia de recursos para o município.


3. Nosso programa de governo, cuja elaboração está sendo feita com a contribuição de técnicos qualificados e a participação insubstituível da população paranaense, através de uma série de audiências públicas que estamos promovendo em todas as regiões do Estado, estabelecerá a Copel, a Sanepar e o Porto de Paranaguá como um dos centros de gravidade de nosso projeto de desenvolvimento.


Esta premissa está fixada desde já. É irreversível.


Criada em outubro de 1954, numa conjuntura em que o processo de industrialização do Paraná era travado pela precária infraestrutura de energia oferecida pela concessionária estrangeira, desde então a Copel vem cumprindo papel central no crescimento do Estado. Papel que se acelerou entre 1961 e 1970, quando a companhia foi presidida pelo engenheiro Pedro Viriato Parigot de Souza, que conduziu a construção das primeiras hidrelétricas e linhas de transmissão.


Pioneira nos estudos de relatório de impacto ambiental, hoje a empresa atua não apenas na geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia, mas também nos segmentos de telecomunicações, gás e engenharia. Referenciou-se internacionalmente como empresa-modelo pela excelência de seus quadros técnicos. Um dos desafios do futuro governo é o de fortalecer sua presença e seu valor de mercado.


É essencial que também a Sanepar, a ser consolidada como empresa comprometida com a universalização dos serviços de saneamento à disposição da população, e o Porto de Paranaguá, pulmão de nossas exportações, sejam transformados em referência, tal sua importância para a economia paranaense e o desenvolvimento social.


Este é o nosso compromisso, que será devidamente registrado em cartório, tão logo nosso programa de governo esteja concluído.

*Beto Richa é ex-prefeito de Curitiba e pré-candidato a governador do Paraná pelo PSDB.


Construir sem demagogia


Época de campanha eleitoral é propícia à demagogia. Pode servir também para a construção de um país melhor se os líderes políticos tiverem grandeza. O embate entre PSDB e PT já dura 17 anos, desde o governo Itamar, quando iniciamos o Plano Real. É tempo de reavaliar as diferenças e críticas recíprocas. Os mais destacados economistas do PT daquela época, Maria da Conceição Tavares, Paul Singer e Aloizio Mercadante, martelaram a tecla de que se tratava de jogada eleitoreira. Não quiseram ver que se tratava de um esforço sério de reconstrução nacional, que aproveitou uma oportunidade de ouro para inovar práticas de gestão pública e dar outro rumo ao país. Como tampouco haviam visto que, por mais atribulada que tivesse sido a abertura da economia, sem ela estaríamos condenados à irrelevância em um mundo que se globalizava.


A mesma cegueira impediu que se avaliasse com objetividade o esforço hercúleo para evitar que o sistema financeiro se desfizesse por sua fragilidade e pela voragem dos ataques especulativos. Proer, Proes e o respeito às regras da Basileia foram fundamentais para alcançar as benesses de hoje. Passamos pelo penoso aprendizado do sistema de metas para controlar a inflação e aprendemos a usar o câmbio flutuante, sujeito - como deve ser - à ação corretora do BC. Esses processos, a despeito de críticas que lhes tenham sido feitas no passado, constituem agora um "patrimônio comum". O mesmo se diga sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal, que foi duramente criticada pelo PT e aliados e, hoje, é indiscutida, embora nem sempre aplicada com o rigor necessário. Isso revela amadurecimento do país.


Na área social o tripé correspondente ao da área econômica se compõe de: aumentos reais do salário mínimo, desde 1993; implementação a partir de 1997 das regras ditadas pela Lei Orgânica de Assistência Social, atribuindo uma pensão aos idosos e às pessoas com deficiências físicas de famílias pobres; por fim, bolsas que, com nomes variáveis, vêm sendo utilizadas com êxito desde o ano 2000. Esses programas, independentemente de que governo os tenha iniciado ou melhorado, tiveram o apoio de todos os partidos e da sociedade.


Infelizmente, nem em todas as áreas é assim. Sob pretexto de combater o neoliberalismo joga-se no mesmo balaio toda política que não seja de idolatria ao "capitalismo de Estado", como se essa fosse a melhor maneira de servir ao interesse nacional e popular. Tal atitude revela um horror à forma liberal de capitalismo e à competição. Prefere-se substituir as empresas por repartições públicas e manter por trás delas um partido. No lugar do empresário ou da empresa a quem se poderia responsabilizar por seus atos e erros, coloca-se a burocracia como agente principal do desenvolvimento econômico, tendo o Estado como escudo. Supõe-se que Estado e povo, partido e povo, ou mesmo burocracia e povo, têm interesses coincidentes. Outra coisa não faziam os partidos totalitários na Europa, os populistas na América Latina e as ditaduras militares.


Qualquer neófito sabe que sem Estado organizado não há capitalismo moderno nem sociedade democrática. Não se trata, portanto, da oposição infeliz e falaciosa de mais mercado e menos Estado nem de seu contrário. Na prática o neoliberalismo nunca prevaleceu no Brasil, nem depois do golpe de 1964, quando a dupla Campos-Bulhões reduziu a ingerência estatal para permitir maior vigor ao mercado. Mais recentemente, com a maré de privatizações iniciada no governo Sarney (com empresas siderúrgicas médias), prosseguida com Collor e Itamar (este privatizando a Embraer e a simbólica Siderúrgica Nacional) ou em meu governo (telecomunicações, Rede Ferroviária Federal e Vale do Rio Doce) o que se estava buscando era tirar das costas do Tesouro o endividamento crescente de algumas dessas empresas produzido pela gestão burocrática sob controle partidário e dotá-las de meios para se expandirem. Passaram a crescer e o tesouro a receber impostos em quantidade maior do que os dividendos recebidos quando essas empresas eram formalmente "estatais". Mas o gasto público continuou a se expandir, e o papel do governo nas políticas econômicas e na regulação continuou essencial.


Os resultados da nova política estão à vista. Algumas dessas empresas são hoje atores globais, marcos de um Brasil moderno internacionalmente respeitado. Outra não foi a motivação para transformar a Petrobras, o Banco do Brasil ou a Caixa Econômica em empresas saneadas e competitivas, sem que jamais governo algum cogitasse privatizá-las. Foram dotadas da liberdade necessária para agirem como empresas e não como extensão burocrática dos interesses políticos. Essa é a verdadeira questão e é isso que continua em jogo: prosseguiremos nesta trilha, mantendo as agências regulatórias com a independência necessária para velarem pelos interesses do investidor e do consumidor ou regrediremos?


Na prática, o governo Lula se envaidece, como ainda agora, de que o Banco do Brasil ou a Petrobras atuem como global players. Não retrocedeu em qualquer privatização, começou a fazer concessões das rodovias, cogita fazer o mesmo com os terminais aéreos, chega a simular um leilão para a concessão de Belo Monte, com o cuidado de dar (para inglês ver, é verdade) a maioria do controle a empresas privadas. Por que então não deixar de lado a ideologia e o uso da pecha de neoliberal para desqualificar os avanços obtidos dos quais é usufruidor?


Se esse passo for dado, o debate eleitoral poderá concentrar-se no que realmente conta: a preparação do país para enfrentar o mundo atual, que é da inovação e do conhecimento. As diferenças entre os contendores recairão sobre a verdadeira questão: queremos um capitalismo no qual o Estado é ingerente, com uma burocracia permeada por influências partidárias e mais sujeita à corrupção ou preferimos um capitalismo no qual o papel do Estado permanecerá básico, mas valorizará a liberdade empresarial, o controle público das decisões e a capacidade de gestão?


Fernando Henrique Cardoso é presidente de Honra do PSDB e ex-presidente da República.


O PSDB a favor da verdade

Caro amigo,


Mentira tem pernas curtas. Estamos sendo atacados por dizer verdades que o PT não quer que o Brasil conheça.


Para isso criamos o site www.gentequemente.org.br, que agora o PT quer tirar do ar.


Insinuam que o PSDB faz baixarias na Internet. É outra mentira. Desafiamos qualquer pessoa a mostrar que baixarias são essas. Nós combatemos as mentiras com a verdade. Por isso incomodamos o PT.


Guerra suja faz quem mente. Tudo que nós dizemos é registrado, tem autor e conteúdo passível de verificação. O PSDB não atua acobertado pelo anonimato.


Usamos a Internet para apresentar nossas propostas e idéias para o Brasil, mas também para denunciar mentiras, bravatas e falsas promessas.


Fique atento. Não caia em mentiras ou insinuações. Não se deixe enganar nem intimidar.


Quanto mais mentiras eles contarem sobre nós, mais verdades diremos sobre eles.


Contra a censura na internet!


Sérgio Guerra
Presidente Nacional do PSDB