quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Fotos: Mobilizações Serra

Confira as fotos:







Imagens: Juventude Pode Mais Paraná.

Juventude realiza mobilizações voluntárias por Serra


O grupo Juventude Pode Mais realiza até sábado (30), um dia antes das eleições para o segundo turno, mobilizações voluntárias com jovens de Curitiba e Região Metropolitana (RMC) a fim de promover a conscientização e a divulgação das propostas do candidato à presidência da República José Serra.

A turma, que também organizou as mobilizações em colégios, faculdades e pontos de maior concentração de jovens na campanha ao Governo do Estado de Beto Richa, faz a distribuição de materiais como: adesivos, jornais e folders com as propostas destinadas ao público, e promove o debate político em que são ouvidas sugestões e difundidas as idéias do tucano Serra.

Para quem quiser participar entrar em contato na sede do Comitê Beto Richa/ José Serra (Rua Comendador Fontana, 161 – Centro Cívico).

Confira a agenda de mobilizações para esta semana:
25/Out - Segunda
18h - UniBrasil

26/Out- Terça
11h20 - Col. Estadual
18h - PUC

27/Out - Quarta
11h30 - Dom Bosco (Mueller)
18h - Santa Cruz

28/Out - Quinta
11h30 - Positivo/Facel
18h - UniCuritiba

29/Out - Sexta
11h30 - Dom Bosco (Emiliano)/Decisivo
17h - Santos Andrade
18h - Facinter

30/Out - Sábado
11h - Rua XV ‘Caminhada pela Paz e Democracia’
15h- Praça da Espanha.

sábado, 23 de outubro de 2010

Sem medo do passado – Carta aberta de Fernando Henrique Cardoso a Lula

Fernando Henrique Cardoso

O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária, distorce o ocorrido no governo do antecessor, autoglorifica-se na comparação e sugere que se a oposição ganhar será o caos. Por trás dessas bravatas está o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse “o Estado sou eu”. Lula dirá, o Brasil sou eu! Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita.

Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?

A estratégia do petismo-lulista é simples: desconstruir o inimigo principal, o PSDB e FHC (muita honra para um pobre marquês…). Por que seríamos o inimigo principal? Porque podemos ganhar as eleições. Como desconstruir o inimigo? Negando o que de bom foi feito e apossando-se de tudo que dele herdaram como se deles sempre tivesse sido. Onde está a política mais consciente e benéfica para todos? No ralo.

Na campanha haverá um mote – o governo do PSDB foi “neoliberal” – e dois alvos principais: a privatização das estatais e a suposta inação na área social. Os dados dizem outra coisa. Mas os dados, ora os dados… O que conta é repetir a versão conveniente. Há três semanas Lula disse que recebeu um governo estagnado, sem plano de desenvolvimento. Esqueceu-se da estabilidade da moeda, da lei de responsabilidade fiscal, da recuperação do BNDES, da modernização da Petrobras, que triplicou a produção depois do fim do monopólio e, premida pela competição e beneficiada pela flexibilidade, chegou à descoberta do pré-sal.

Esqueceu-se do fortalecimento do Banco do Brasil, capitalizado com mais de R$ 6 bilhões e, junto com a Caixa Econômica, libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado.

Esqueceu-se dos investimentos do programa Avança Brasil, que, com menos alarde e mais eficiência que o PAC, permitiu concluir um número maior de obras essenciais ao país. Esqueceu-se dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal, de que a Embraer, hoje orgulho nacional, só pôde dar o salto que deu depois de privatizada, de que essas empresas continuam em mãos brasileiras, gerando empregos e desenvolvimento no país.

Esqueceu-se de que o país pagou um custo alto por anos de “bravata” do PT e dele próprio. Esqueceu-se de sua responsabilidade e de seu partido pelo temor que tomou conta dos mercados em 2002, quando fomos obrigados a pedir socorro ao FMI – com aval de Lula, diga-se – para que houvesse um colchão de reservas no início do governo seguinte. Esqueceu-se de que foi esse temor que atiçou a inflação e levou seu governo a elevar o superávit primário e os juros às nuvens em 2003, para comprar a confiança dos mercados, mesmo que à custa de tudo que haviam pregado, ele e seu partido, nos anos anteriores.

Os exemplos são inúmeros para desmontar o espantalho petista sobre o suposto “neoliberalismo” peessedebista. Alguns vêm do próprio campo petista. Vejam o que disse o atual presidente do partido, José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobras, citado por Adriano Pires, no Brasil Econômico de 13/1/2010.

“Se eu voltar ao parlamento e tiver uma emenda propondo a situação anterior (monopólio), voto contra. Quando foi quebrado o monopólio, a Petrobras produzia 600 mil barris por dia e tinha 6 milhões de barris de reservas. Dez anos depois, produz 1,8 milhão por dia, tem reservas de 13 bilhões. Venceu a realidade, que muitas vezes é bem diferente da idealização que a gente faz dela”.
(José Eduardo Dutra)

O outro alvo da distorção petista refere-se à insensibilidade social de quem só se preocuparia com a economia. Os fatos são diferentes: com o Real, a população pobre diminuiu de 35% para 28% do total. A pobreza continuou caindo, com alguma oscilação, até atingir 18% em 2007, fruto do efeito acumulado de políticas sociais e econômicas, entre elas o aumento do salário mínimo. De 1995 a 2002, houve um aumento real de 47,4%; de 2003 a 2009, de 49,5%. O rendimento médio mensal dos trabalhadores, descontada a inflação, não cresceu espetacularmente no período, salvo entre 1993 e 1997, quando saltou de R$ 800 para aproximadamente R$ 1.200. Hoje se encontra abaixo do nível alcançado nos anos iniciais do Plano Real.

Por fim, os programas de transferência direta de renda (hoje Bolsa-Família), vendidos como uma exclusividade deste governo. Na verdade, eles começaram em um município (Campinas) e no Distrito Federal, estenderam-se para Estados (Goiás) e ganharam abrangência nacional em meu governo. O Bolsa-Escola atingiu cerca de 5 milhões de famílias, às quais o governo atual juntou outras 6 milhões, já com o nome de Bolsa-Família, englobando em uma só bolsa os programas anteriores.

É mentira, portanto, dizer que o PSDB “não olhou para o social”. Não apenas olhou como fez e fez muito nessa área: o SUS saiu do papel à realidade; o programa da aids tornou-se referência mundial; viabilizamos os medicamentos genéricos, sem temor às multinacionais; as equipes de Saúde da Família, pouco mais de 300 em 1994, tornaram-se mais de 16 mil em 2002; o programa “Toda Criança na Escola” trouxe para o Ensino Fundamental quase 100% das crianças de sete a 14 anos. Foi também no governo do PSDB que se pôs em prática a política que assiste hoje a mais de 3 milhões de idosos e deficientes (em 1996, eram apenas 300 mil).

Eleições não se ganham com o retrovisor. O eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças. Mas se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer.

Fonte: Manifesto em Defesa da Democracia - Fernando Henrique Cardoso

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Marcello Richa reforça apoio a Serra em Paranaguá


Em visita à Paranaguá ontem (20) o coordenador da Juventude Pode Mais – segmento jovem da campanha de Beto Richa que percorreu mais de 250 municípios do Paraná – Marcello Richa, recebeu em primeira mão o apoio a candidatura do tucano José Serra à presidência da República do presidente do Partido Verde (PV) local, Maurício Vitor.

Na ocasião estavam reunidas as principais lideranças que colaboraram com o projeto do Novo Paraná, como o vice prefeito do município, presidente do PSDB e candidato a deputado federal Fabiano Vicente Elias, os candidatos a deputados estaduais Alcelzinho Maron (PPS), Pastor José Reinaldo Fernandes (PTC) e Ata da Ilha (PSDC), o vice presidente do PMDB local Arnaldo Maranhão, o vereador Eduardo de Oliveira (PSDB), entre coordenadores e correligionários de todos os municípios do Litoral.


Para o jovem líder paranaense a ida à Paranaguá, além de ser uma visita de agradecimento pelos mais de 64% dos votos obtidos nas eleições de Beto ao Governo do Estado, é também o incentivo para os últimos dez dias de campanha do segundo turno. “Só foi possível organizar este grupo com parceiros de diversos partidos em Paranaguá, porque as pessoas entenderam que do jeito que estava não dava mais. Quando tem um alinhamento de ideias é natural que se tenha um grupo unido movido dos mesmos princípios, e isso aconteceu para Beto Richa e agora acontece com para José Serra”, declarou.

A agenda do coordenador da Juventude do PSDB do Paraná no Litoral teve também, o almoço com representantes da Sociedade Nipônica de Paranaguá, uma reunião com o líder espiritual Sheik Kassem Charkie, e visitas a área portuária, como à Aciap, Coopadubo, Estiva e a Cooperativa de Transportes Cargas e Anexos. Richa foi destaque nos meios de comunicação local, onde concedeu entrevistas às rádios Litoral Sul FM, FM Ilha do Mel, Rádio Difusora, Rádio Aliança, e ao impresso Folha do Litoral.

Fonte e Imagem: Assessoria de Imprensa.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Os melhores 64 segundos do ano eleitoral



O vídeo é muito mais revelador que 100 debates eleitorais, 200 discurseiras de Lula, 300 falatórios de Dilma Rousseff, 400 estupros de sigilo promovidos pelo PT ou 500 dossiês fabricados pela Casa Civil. Divulgado pelo Coturno Noturno, o excelente blog do Coronel, comprova que o padrinho tenta furtar a paternidade de planos cujo nascimento procurou impedir, reitera que a afilhada conta mentiras compulsivamente, confirma que o partido dos dois sempre apostou no quanto pior, melhor e escancara a superioridade de Fernando Henrique Cardoso sobre a dupla.

“O PT tem uma avaliação de que esse plano econômico é um estelionato eleitoral”, diz Lula aos companheiros e repete numa entrevista em meados de 1994, quando o Plano Real foi lançado. Segundos depois, ele retoma o palavrório ao lado de FHC, minutos antes do começo do debate com o candidato do PSDB em ascensão nas pesquisas por ter domado a inflação.

“Quando o Collor fez o programa dele, imediatamente o povo dava 90% de aceitação do Collor”, inventa, sem conseguir disfarçar o ressentimento, o agressor da gramática e da verdade. Também por ter decretado o confisco da poupança, Collor foi desde o começo do governo um campeão de impopularidade. “É preciso ver no longo prazo se a economia brasileira resiste”, torce Lula para dar tudo errado na continuação da lengalenga.

“Estou convencido de que a economia resiste, porque esse plano foi feito com cuidado”, replica FHC. “Com muita objeção do PT e do PDT, mas vamos fazer”. Estava coberto de razão, reconhece Dilma Rousseff no fecho perfeito do vídeo: “Acho que, sem sombra de dúvida, a estabilidade do Real foi uma conquista do governo Fernando Henrique Cardoso”, admite numa sabatina na Folha a candidata que agora jura que teve de ajudar o chefe na reconstrução do país que herdaram “em petição de miséria”.

A curta aparição conjunta dos presidentes ajuda a entender por que o SuperLula sai em desabalada carreira quando alguém sugere um debate com sua kriptonita verde. Ele extermina plurais e tropeça em sílabas no esforço para gaguejar frases insensatas. Fernando Henrique desmonta o falatório com poucas palavras e muita segurança.

O vídeo desenha mais um dos muitos caminhos que podem levar a oposição à vitória no segundo turno. Serra deve perguntar a Dilma o que acha do Plano Real. E repetir o que a criatura e o criador disseram nos melhores 64 segundos do ano eleitoral.


Fonte: Coluna Augusto Nunes - www.veja.abril.com.br

Serra e Beto em campanha em Maringá e Ponta Grossa


José Serra volta ao Paraná na próxima quinta-feira (21). Ao lado de Beto Richa, participará de atos de campanha em Maringá e Ponta Grossa.


Pela manhã, em Maringá, Beto e Serra participam de uma carreata e, no parque de Exposições, reúnem-se com prefeitos e lideranças da região.
À tarde, Serra e Beto participam de uma carreata pelo centro de Ponta Grossa.


Na sexta-feira (15) passada, Serra esteve em Londrina com Beto Richa, onde participou de uma carreata, caminhou pelo calçadão e se encontrou com lideranças regionais.


Beto Richa afirma estar “de corpo e alma” na campanha de José Serra. “Vou ajudar no que for preciso, dentro de minha humilde contribuição”, diz Richa. “Prefeitos, vereadores, deputados que nem estavam na minha campanha ao Governo do Estado já me procuraram porque querem se engajar na campanha do Serra. A onda vermelha que vinha se anunciando como um tsunami ameaça morrer na praia. Agora é a vez da onda verde e amarela.”

Polícia Federal liga quebra de sigilo à pré-campanha de Dilma

Investigação da Polícia Federal fez conexão entre a quebra do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato José Serra (PSDB) e o dossiê preparado pelo chamado "grupo de inteligência" da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT), informa reportagem de Leonardo Souza, publicada nesta quarta-feira pela Folha.


A PF já descobriu quem encomendou as informações: o jornalista Amaury Ribeiro Jr., ligado ao "grupo de inteligência".


Também identificou o homem que intermediou a compra dos dados obtidos ilegalmente em agências da Receita no Estado de São Paulo. Trata-se do despachante Dirceu Rodrigues Garcia.


O elo foi estabelecido a partir do levantamento de ligações entre o despachante e o jornalista revelado pelo cruzamento de extratos telefônicos obtidos pela PF com autorização judicial.


O uso de informações confidenciais de tucanos no dossiê petista foi revelado pela Folha em junho.


No inquérito aberto para investigar a violação do sigilo fiscal de parentes e pessoas próximas ao candidato José Serra (PSDB), a Polícia Federal já ouviu até agora 37 pessoas em mais de 50 depoimentos --alguns foram inquiridos mais de uma vez.


Ribeiro Jr. não foi indiciado até o momento.


Fonte: www.folha.com

terça-feira, 19 de outubro de 2010

FHC desmente Lula e Gabrielli, novamente

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, desmentiu hoje, mais uma vez, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Sérgio Gabrielli, este da Petrobras. “Nós transformarmos a Petrobras no que ela é hoje. Nunca esteve em cogitação a privatização da Petrobras. Eu fui processado, perdi uma cátedra quando lutava pela Petrobras”, afirmou.

Para o PSDB, Lula, em comício nesta segunda-feira, e Gabrielli, em entrevistas à imprensa, tentam remontar a estratégia mentirosa que o PT promoveu na campanha eleitoral de 2006, e que a candidatura oficial de Dilma Rousseff tem usado como mantra em todos os debates eleitorais, em total comprovação de falta de propostas e assunto.

“Só pode ser eleitoral, não tem base nenhuma. Fomos nós que transformamos e mantivemos a Petrobras como uma grande companhia respeitada no Brasil e no mundo”, comemora FHC. “É lamentável que o presidente de uma empresa estatal, que ademais é mista, se meta na política dessa maneira e com injúrias e com mentiras”, lembra.

PT PRIVATIZOU A PETROBRAS

O candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra (SP), durante debate realizado pela RedeTV e o jornal Folha de São Paulo, neste domingo, lamentou a verdadeira privatização à qual a Petrobras está submetida em função do loteamento político feito pelo governo petista, além de mostrar com todas as letras, que Dilma Rousseff mente ao tratar do assunto.

“A campanha da candidata mente o tempo inteiro sobre as minhas posições sobre a Petrobras”, afirmou Serra, em debate realizado pela RedeTV e Folha de S. Paulo, nesse domingo, lembrando a luta pela Petrobras desde a sua época de líder estudantil. O mesmo não se pode dizer da adversária.

Já o deputado Luiz Paulo Velloso Lucas (ES) lamenta a atual administração que o governo faz na estatal. “A verdade é incontestável: a Petrobras foi privatizada pelo PT, distribuída a aliados políticos comprometendo seus programas de investimentos. Essa gestão do petróleo do PT representa o maior erro político-econômico do País.”

O deputado também condenou o uso da estrutura da estatal para fazer campanha em favor da candidatura petista à Presidência. Como noticiou o jornal O Globo, um e-mail saído da caixa postal do coordenador de Patrocínio à Música e Patrimônio, Claudio Jorge Oliveira, convoca fornecedores para participar de ato político em prol da presidenciável petista.

Vellozo Lucas classifica a atual administração da estatal como “perdulária”. Segundo ele, a Petrobras contrata serviço terceirizado a um custo de três a cinco vezes mais caro do que o valor pago pelos concorrentes no mercado. “Esse conjunto de decisões equivocados fez com que o valor da estatal despencasse no mercado.”

Nos últimos anos, os papéis da empresa apontam forte queda no seu valor. Em maio de 2008, a Petrobras valia cerca de US$ 309 bilhões. No mês passado, chegou a valer apenas US$ 146 bilhões. Hoje, em função da capitalização, está cotada a US$ 214 bilhões, segundo divulgou a colunista Míriam Leitão, do jornal O Globo.

SERRA É DO BEM!

Serra no Debate Rede TV - Melhores Momentos

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Beto reúne 10 mil pessoas em ato pró José Serra em Curitiba


O governador eleito do Paraná, Beto Richa, reuniu mais de 10 mil pessoas no tradicional restaurante Madalosso, em Curitiba, nesta quinta-feira, para apoiar a candidatura de José Serra à Presidência da República. O encontro, que reuniu deputados federais, estaduais, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças de praticamente todos os municípios do Paraná, teve a presença dos presidentes nacionais do PSDB, Sérgio Guerra; do PPS, Roberto Freire; e do presidente de honra do Democratas, Jorge Bornhausen.


Desde que venceu a eleição para o Governo, este foi o primeiro grande encontro público com a participação de Beto Richa. Ele agradeceu a com fiança e o empenho de todos os militantes presentes ao evento. “Sempre disse que nos surpreenderíamos com a força do trabalho da nossa militância, feito com o coração”, disse Richa. “Agora vamos cumprir com os compromissos que assumimos com vocês e vamos fazer o governo mais competente do Brasil”, afirmou.


Beto disse que para o trabalho ficar completo, é preciso eleger José Serra presidente. “No Paraná já temos o dobro da vantagem sobre a adversária que fizemos no primeiro turno. Vamos avançar muito mais e chegar a 1,5 milhão de votos de diferença e acabar de vez com a marola vermelha”, disse Beto. “É uma questão de patriotismo defender o Brasil e colocar o país em mãos limpas, honestas e competentes de um administrador brilhante”, afirmou. Beto reforçou a importância do trabalho de todos nesta etapa para colocar na presidência um presidente aliado. “Em Curitiba, sendo de um partido de oposição ao partido do presidente e tendo um governador inimigo conseguimos avançar em todas as áreas e transformar a cidade em um canteiro de obras, imagina o que acontecerá se tivermos um presidente amigo”, afirmou.


Fernanda Richa, esposa de Beto, agradeceu o trabalho de todos pela eleição de Beto Richa e sugeriu: “No próximo dia 31 vamos queimar as bruxas e fazer José Serra presidente, para ter um grande governo”, disse Fernanda.


O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, disse que a vitória de Beto Richa em Curitiba representa a vitória da boa política, e que agora há uma nova vitória a ser construída, para que o país volte a caminhar respeitando as leis e a democracia, atendendo a todos e promovendo o bem estar das famílias. “Esta é uma eleição para decidir entre o futuro do país e o tumulto que representa a candidata adversária”, disse Guerra.


O ex-senador Jorge Bornhausen (DEM-SC) disse que Paraná e Santa Catarina precisam mostrar a força de vontade que o sul do país tem de ver o país voltar a ser administrado com ética e que o Brasil volte aos trilhos do desenvolvimento, com portos, aeroportos, estradas e outros investimentos para retomar o crescimento. “Chega de promessas e de embrulhar o povo”, disse Bornhausen.


O vice-governador eleito, Flávio Arns, incentivou a militância a retomar o ânimo e o entusiasmo para eleger Serra presidente: “Será uma bênção ter uma pessoa ética, transparente e correta, com uma boa visão do Brasil. É o que o nosso país precisa”, disse Arns, que será o futuro secretário da educação do Paraná. “Ter o presidente ao lado do Beto será um avanço multiplicado”, afirmou.


José Serra, que estava em um compromisso de campanha no Rio Grande do Sul, enviou uma mensagem gravada em vídeo para o encontro agradecendo todo o apoio que recebeu no Paraná, onde recebeu 2,6 milhões de votos: “Vamos juntar os braços e de cabeça erguida seguir à frente, com esperança e confiança, levando nossos conceitos, a esperança, a confiança, a verdade e a busca da justiça social e da solidariedade. E juntos vamos governar esse país”, afirmou Serra.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Beto governador! “Vou retribuir a confiança com muito trabalho”


Governador eleito do Paraná com 52,5% dos votos válidos (99,87% das urnas apuradas), Beto Richa afirmou no início da noite deste domingo que fará um governo para todos os paranaenses, com diálogo e respeito.

“Enfrentamos as máquinas do governos do estado e federal. Nos dedicamos de sol a sol e as pessoas acreditaram em nossas propostas e compromissos. Não acreditaram nos boatos, nos ataques e nas ofensas. Felizmente, não guardo mágoa, tenho fé e Deus no coração. Sou da conciliação, do entendimento. Vou retribuir a confiança dos paranaenses com muito trabalho e dedicação”, afirmou Beto.

Beto agradeceu a dedicação de sua família, do vice-governador eleito, Flávio Arns, e parabenizou os candidatos ao Senado, Ricardo Barros e Gustavo Fruet, pela votação expressiva obtida em todo o Estado.

Carreira política
Carlos Alberto Richa nasceu em 29 de julho de 1965, em Londrina, no norte do Paraná. Beto Richa, como é conhecido por todos, é o segundo dos três filhos do casal José Richa - ex-governador do Paraná entre 1983 e 1986 - e de Arlete Vilela Richa. Descendente de imigrantes libaneses, Beto Richa passou sua infância entre Londrina e Brasília. Em Londrina, iniciou os estudos do ensino fundamental na Escola Estadual Hugo Simas. Adolescente, mudou-se para Curitiba, onde freqüentou o ensino médio no Colégio Bom Jesus. É formado em Engenharia Civil pela Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Casado com a advogada Fernanda Bernardi Vieira Richa, é pai de três filhos: Marcello, André e Rodrigo.

Inspirado pela reconhecida trajetória política do pai - que exerceu também dois mandatos como deputado federal, foi prefeito de Londrina, e senador - Beto Richa ingressou na vida pública aos 29 anos.

1992 – Candidato a vereador
1995 – Eleito Deputado Estadual
1998 – Reeleito Deputado Estadual
2000 – Eleito Vice-Prefeito de Curitiba
2001 – Secretário de Obras Públicas de Curitiba
2002 – Candidato ao Governo do Estado do Paraná
2003 – Eleito presidente do PSDB-PR
2004 – Eleito prefeito de Curitiba
2007 - Vice-Presidente para a Região Sul da Frente Nacional de Prefeitos
2008 - Reeleito Prefeito de Curitiba
2010 — Eleito Governador do Paraná