sexta-feira, 15 de abril de 2011

Reafirmando a aliança

Manifesto da Chapa José Richa, concorrente ao Diretório Estadual da Juventude do PSDB do Paraná

Em 1988, no calor da Assembléia Constituinte, o povo brasileiro conheceu o manifesto de um novo partido, que nascia na oposição. Oposição de um governo que prometeu a mudança social e econômica, mas frustrou a todos, um governo fisiológico e corrupto, aliado às velhas oligarquias e que, desta forma, deixou a população descrente nos partidos políticos.

Após os grandes avanços obtidos, durante do Governo de Fernando Henrique Cardoso, o PT assumiu o governo a partir de 2003, na esperança de grandes avanços sociais, do combate à corrupção e de profundas, e necessárias, reformas. Contudo, na contramão dos avanços da era FHC e das esperanças depositadas na eleição de 2002, o lulo-petismo trouxe para o século XXI o mesmo contexto de 1988:

  • · A despeito do discurso triunfalista, o país está diante de uma grave crise fiscal.
  • · A aliança PMDB-PT é o maior símbolo do fisiologismo e do corrupto balcão de negócios em foi transformado o erário público, mais uma vez dominado pelos “Renans”, “Sarneys” e “Collors”
  • · Os partidos estão desmoralizados, resultado do achatamento do Legislativo por parte do Executivo e por um sistema político que afasta a população dos seus representantes.

Conforme seu manifesto, o PSDB surgiu em 1988 a favor da “luta pelas mudanças com energia redobrada, através da via democrática e não do populismo personalista e do autoritarismo concentrador do poder”. Portanto, a atual conjuntura nos leva a renovar junto ao povo brasileiro o compromisso que esse partido assumiu há 23 anos.

É chegada a hora de reafirmar a aliança com todos os brasileiros em prol de princípios que continuam atuais, graças à fisiologia e ao imobilismo do lulo-petismo.

  • Devemos radicalizar a democracia, através de uma Reforma Política que instaure o parlamentarismo e o voto distrital. Desta forma os partidos serão fortalecidos, haverá maior representatividade, aproximação entre representantes e representados e as campanhas serão mais baratas.

  • O pacto federativo deve ser repensado, a administração pública e o orçamento devem ser descentralizados, de maneira que sejam favorecidos os municípios, o local aonde as pessoas vivem.
  • O Brasil anseia pela Reforma Tributária, todos os brasileiros somos diariamente estrangulados pela altíssima carga de impostos, cerca de 35% do PIB. A ineficiência administrativa do Governo fica ainda mais evidente quando seus parlamentares e ministros defendem a re-criação da CPFM, pelo contrário, ao invés de novos impostos devemos defender que os produtores de riqueza e emprego sejam desonerados.
  • Devemos pensar também nos novos desafios que se postam, não é mais possível dissociar desenvolvimento econômico da consciência ambiental. O Brasil sofre pelo gargalo da falta de investimentos em infra-estrutura. A Copa de 2014 é a grande oportunidade para que vençamos nossos problemas de logística, assim teríamos uma bela herança para o escoamento produção e a circulação de bens e serviços para a população.

No Paraná estamos em um momento de transformação. Após oito anos marcando passo, o estado finalmente começa a olhar para o futuro, certamente as firmes e competentes mãos do nosso Governador e líder maior Beto Richa, nosso estado alcançará o mesmo destaque que a cidade de Curitiba tem hoje. A Assembléia Legislativa do Paraná nesse momento, pela maior reforma de sua história e isso se dá, em grande parte graças ao trabalho do PSDB, nas figuras do nosso Presidente Valdir Rossoni e do Líder do Governo Ademar Traiano.

Temos orgulho do nosso presente e acima de tudo não há nada no passado do PSDB que nos envergonhe. Lutamos pela redemocratização. Estivemos ao lado de Itamar Franco na crise que o país viveu graças ao desgoverno dos anos Sarney-Collor. Através da ação do PSDB vencemos a inflação, temos hoje uma moeda estável, o estado é responsável com os gastos e nossa economia é moderna e dinâmica.

Somos coerentes com nossa história e posicionamentos. Não precisamos explicar ao porque antes éramos contra algo que hoje somos a favor, nem porque estamos abraçados com os “Sarneys” e “Collors”.

Hoje o Programa do PSDB é mais atual ainda, nossa luta é no campo democrático e a favor de idéias, devemos defendê-las com todas as nossas forças.

Enquanto o fisiologismo, a corrupção, a desmoralização dos partidos, o achatamento do Poder Legislativo e a maquiagem triunfalista dos números, características do lulo-petismo, fizerem parte do cotidiano político brasileiro, o PSDB deve firmar ainda mais suas bandeiras.

A Juventude terá um papel central neste processo, a oxigenação de idéias e quadros é necessária, para isso devemos investir na formação política dos nossos filiados e na inserção nos movimentos sociais, especialmente, no movimento estudantil.

O PSDB tem o dever de servir a história, reafirmemos pois nossa aliança com o povo brasileiro em prol destes princípios, e, para tal, contem com a Juventude.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Marcello Richa apresenta políticas públicas para juventude


O secretário do Esporte, Lazer e Juventude, Marcello Richa, realizou na tarde desta segunda-feira (11), no auditório do Centro de Qualidade de Vida e Movimento, uma palestra sobre políticas públicas de juventude. O evento, que contou com a presença de aproximadamente 100 pessoas, faz parte das ações promovidas pela Prefeitura de Curitiba para a Semana Jovem.


“A juventude é um dos segmentos da sociedade que mais necessita de orientação e amparo dos poderes públicos. A adição da pasta da Juventude em nossa secretaria visa fortalecer o atendimento desta população, contribuindo para o seu desenvolvimento pleno e participação ativa na sociedade”, disse Marcello Richa.


O secretário destacou que em Curitiba a população de jovens, com idades entre 15 e 29 anos, representa quase 27% dos moradores. São aproximadamente 482 mil pessoas que estudam, trabalham e desejam viver em uma cidade com oportunidades e boa qualidade de vida.


No objetivo de promover ações mais objetivas e eficazes para esta população, Marcello Richa ressaltou que a Prefeitura de Curitiba tem buscado uma maior articulação e interação entre os órgãos públicos e a sociedade civil. “Atuando em conjunto, conseguimos ampliar ações nas áreas de geração de renda, empreendedorismo, saúde, educação, lazer e saúde, contribuindo para a formação cidadã dos jovens”.


A intersetorialidade dos órgãos públicos, tanto municipais quanto estaduais, bem como a troca de experiência e cooperação técnica, também receberam destaque, em especial durante a apresentação do plano de ação da Rede Jovem. Elaborado pela Secretaria do Esporte, Lazer e Juventude, o projeto tem como função promover a inclusão dos jovens em uma rede de apoio, serviços e benefícios que visam o seu desenvolvimento pessoal, profissional e social de forma rápida e dinâmica.


“A Rede Jovem irá servir como articuladora no planejamento e execução dos serviços voltados para o atendimento integral da juventude curitibana”, disse Marcello Richa. “Em parceria com outras secretarias e órgãos públicos, iremos integrar cada vez mais as ações da Prefeitura voltadas para a juventude, facilitando o acesso dos jovens e buscando atender suas principais demandas”.


O prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, recebeu um grupo de jovens servidores públicos nesta segunda-feira, 11, na abertura da quarta edição da Semana Jovem de Curitiba. O evento reúne até domingo, 17, em diferentes espaços da cidade, 4,5 mil participantes de 14 a 29 anos para avaliações e divulgação das atividades e políticas públicas oferecidas na área. "Nossa meta é atingir 4,5 mil jovens com vários tipos de atividades e também saber quais são as principais demandas. Precisamos ouvi-los e definir ações conjuntas para garantir a eficiência das políticas públicas em Curitiba", disse o prefeito Luciano Ducci. "Esta também é uma oportunidade de apresentarmos a Prefeitura e a cidade para os potenciais servidores públicos".


Fonte: Prefeitura de Curitiba

segunda-feira, 11 de abril de 2011

O Paraná não tem mais o governador do ódio, diz Traiano

Foto: Nani Góis

O deputado Ademar Traiano, do PSDB, líder do governo na Assembleia, disse que o estilo de governar mudou e, por isso, o Estado se beneficia com boas relações e recursos federais com a presidente Dilma. Citou a esse respeito participação federal em recursos para importantes programas habitacionais.

“Não é mais o governador do ranço, da raiva, do ódio, daquele que infelizmente usava do momento político para
se autopromover e passado o processo eleitoral já começa a atirar naqueles que o conduziram ao cargo”, disse.

Além do ódio e da raiva a inépcia. “Nos anos de 2007 e 2008 a Caixa Econômica rompeu os financiamentos com o Paraná pela inadimplência total da Cohapar em relação à Caixa. A Cohapar não pagava mais os empresários que começavam obras no interior do Paraná. Tudo isso é coisa do passado”, concluiu.

Beto Richa avalia os 100 dias de governo

Lúcia Nórcio da Agência Brasil
Foto Jonas Oliveira/AENotícias

O Paraná está entre os estados que apresentam os melhores índices de desenvolvimento social do país. A agricultura é a base principal da economia paranaense, que tem ainda uma pecuária forte e um setor industrial crescente. O estado, porém, tem suas fragilidades.

Para o governador Beto Richa, a infraestrutura de transporte e logística é o grande gargalo para o crescimento da economia do Paraná. Em entrevista à Agência Brasil, ele disse que vai atacar o problema e anuncia investimento de R$ 1 bilhão na modernização do Porto de Paranaguá. O governador também fala da implantação de programas sociais para melhorar a vida de famílias em situação de vulnerabilidade social e de saneamento das contas públicas.

Richa avalia os primeiros três meses de governo como um período de desafios e de muito trabalho. “E será assim durante toda a gestão. É dessa forma que acredito que vamos consolidar o processo de mudanças sociais e econômicas no nosso Paraná”. Nesses 100 dias, passamos por uma etapa de avaliação e saneamento das contas públicas. Tomamos medidas ditadas pela lógica da prudência e da austeridade” – afirmou.

São prioridades, segundo o governador, a revisão de contratos, convênios e outros atos de governo que comprometem o orçamento. Dados da Secretaria da Fazenda apontam que a atual administração assumiu o governo com um furo contábil de R$ 80 milhões nas contas referentes ao último quadrimestre de 2010. São R$ 159 milhões de restos a pagar, para os quais o governo anterior não deixou previsão financeira, conforme afirma Beto Richa.

Mesmo com as dificuldades de caixa, o governador disse que está honrando os compromissos, com atenção especial para áreas prioritárias como educação, saúde e segurança pública. A partir de agora, segundo ele, com uma visão mais profunda das condições da máquina, serão colocados em prática os projetos.

Agência Brasil – Pelo que o senhor levantou até agora, dá para prever cortes no orçamento?
Beto Richa – Estamos fechando o balanço do primeiro trimestre e ainda não é possível afirmar como vai ficar o orçamento. O que determinamos é um corte de 15% no custeio da máquina. Não é nosso objetivo efetuar cortes orçamentários, mas fazer readequações de investimentos.

ABr – Como combater a desigualdade social no estado? Já existem projetos nessa área?
Richa - Ao expor o nosso plano de trabalho, sinalizamos com muita clareza as áreas que terão primazia: educação, saúde, segurança pública e proteção social. Esses setores apresentam problemas crônicos que exigem grandes investimentos do estado, mas que não se equacionam apenas com recursos orçamentários. É essencial qualificar a gestão, fixar metas a serem atingidas e monitorar seu rigoroso cumprimento. Na área de assistência social, temos muitos planos e projetos. Até aqui, o governo estadual estava remediando os problemas. Nós queremos atuar na prevenção.

Independentemente de qualquer dificuldade, vamos atender a todos os cidadãos necessitados do nosso Paraná. Para isso, vamos implantar programas como o Família Paranaense, que visa a melhorar as condições de vida das famílias com maior grau de vulnerabilidade social. Elas serão integradas à rede de atendimento dos municípios, bem como às políticas sociais de educação, saúde, segurança alimentar, habitação, cultura e esporte e lazer. Vamos fazer com que todas as pessoas tenham oportunidades a partir da capacitação. A ideia é tirar famílias da situação de pobreza para que tenham independência e escolham as próprias ações, sem necessitar da tutela do estado. O Paraná não vai fazer assistencialismo, vai trabalhar para a promoção e geração de renda das famílias. É isso que buscamos.

ABr – Durante sua campanha, foi dada prioridade a algumas áreas de atuação, entre elas a saúde. O que a população paranaense pode esperar de melhoria da qualidade dos serviços públicos?
Richa - Confirmando que a saúde está incluída nas ações prioritárias do nosso governo, autorizei a contratação de 524 novos servidores para o Hospital Regional de Francisco Beltrão, que atenderá 42 municípios do sudoeste. São 150 mil pessoas que poderão contar com um novo padrão de atendimento médico e mais próximo das suas casas. Agora estamos estruturando outros hospitais regionais com várias especialidades médicas, pessoal e equipamentos – que não operavam a plena carga, para que a população tenha melhores condições de atendimento. Também destravamos a compra de remédios de uso continuado para doenças crônicas, que não havia sido feita pela gestão passada, com um investimento de quase R$ 40 milhões. Estamos trabalhando em parceria com as prefeituras para que não faltem mais medicamentos. Com o programa Mãe Paranaense, vamos trabalhar muito forte para reduzir os índices de mortalidade infantil no estado. No nosso governo, a saúde terá os investimentos necessários, como determina a Constituição.

ABr – A educação foi apontada desde o início de campanha entre as prioridades, como a proposta número 1 do seu governo. O que está sendo feito nesse setor?
Richa – No início da gestão, nosso secretário da Educação, o vice-governador Flávio Arns, encaminhou a contratação emergencial de professores para evitar que faltassem mestres em sala de aula no início do ano letivo. A falta de professores nas escolas estaduais era, infelizmente, uma rotina nos anos mais recentes, apesar do esforço dos profissionais de educação. Em janeiro, também pagamos salários atrasados de professores e outros profissionais da educação que deixaram de receber em outubro passado. Além disso, já autorizei a contratação de 3 mil professores que haviam passado no concurso público de 2007. O Flávio, que é professor, abriu as portas da Secretaria da Educação a seus colegas e, em diálogo permanente, estamos definindo as medidas adequadas para avançar na qualidade do ensino. Nosso entendimento é que é preciso concentrar energias na melhoria do ensino fundamental, na expansão de vagas do ensino médio e na maior oferta de oportunidades de qualificação profissional. Mas estou ciente que nada disso será possível se não houver também o reconhecimento do trabalho dos professores, com foco absoluto no aprendizado do aluno. Outro campo de atenção é na infraestrutura das escolas, que deve ser melhorada urgentemente.

ABr – A infraestrutura e a logística do estado deveriam estar a serviço das pessoas e das duas atividades cotidianas, sintonizadas com as demandas da população. A afirmação está em seu programa de governo. Já está em prática?
Richa - Sim, tanto que atacamos de imediato a questão da infraestrutura de transporte e logística, gargalo que prejudica a nossa produtividade. Tomamos medidas para recuperar as condições operacionais do Porto de Paranaguá com a dragagem do cais de atracação. Tão logo tenhamos a licença ambiental, lançaremos a licitação para a dragagem de manutenção do canal de aproximação. O projeto de ampliação e modernização dos portos de Paranaguá e Antonina prevê investimentos de R$ 1 bilhão. Eles serão feitos com recursos próprios e do governo federal, além da participação da iniciativa privada. Sabemos que está em jogo, aqui o resgate da credibilidade do Porto de Paranaguá e, para isso, iremos até as últimas consequências. Numa outra vertente, queremos o estado como indutor do desenvolvimento sustentável. Na área de infraestrutura, temos a Copel e na Sanepar, instrumentos estratégicos. As duas estatais já estão se organizando para atuar em conjunto, numa parceria inédita para o Paraná. Isso envolve, além de projetos de saneamento e energia, a implantação de uma rede de banda extralarga para facilitar o acesso à internet em todas as regiões e melhorar a comunicação de dados, que hoje é uma das condições vitais para a atração de investimentos.

ABr – Como o senhor acha que deve ser discutida a reforma tributária?
Richa – É a medida reestruturante mais urgente para o país. Temos que eliminar o cipoal de leis, regras, normas, impostos, taxas e contribuições que atrasa o nosso desenvolvimento, na comparação com as nações com as quais concorremos e, internamente, estimula a guerra fiscal entre estados. A presidenta Dilma Rousseff já declarou que pretende encaminhar a questão da reforma tributária ainda este ano. Espero que isso se concretize para que o Brasil modernize seu arcabouço tributário. Não é uma tarefa simples, mas com a ampla maioria do governo no Congresso basta vontade política para fazer o projeto andar como prioridade e com celeridade.

ABr – O senhor defende que o mínimo que se espera de um governo é uma postura firme e transparente em relação à segurança pública. Quais as medidas mais imediatas para garantir essa segurança?
Richa
– Na segurança pública, já determinei ao secretário, ao comandante da Polícia Militar e ao delegado-geral da Polícia Civil a definição de um plano metas a serem atingidas já este ano, prevendo a redução dos índices de criminalidade no prazo mais curto possível. Também estamos trabalhando na imediata readequação do Instituto Médico Legal, cujo funcionamento causa grande angústia à população. Sabemos que será preciso muito esforço para levar mais tranquilidade aos paranaenses. De outro lado, conversamos com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para fazermos um trabalho conjunto com o governo federal na segurança da fronteira. O Paraná ainda é um dos poucos estados brasileiros que não têm gabinete de gestão integrada (GGI). A partir da conversa com o ministro, vamos contar com três: um funcionará em Curitiba, com abrangência estadual, um no litoral e outro em Foz do Iguaçu, voltado para coordenar operações nas fronteiras com o Paraguai e a Argentina e nas divisas com Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e São Paulo. O de Foz do Iguaçu será o primeiro a ser instalado. Nosso propósito é desenvolver ações para combater o crime e a violência, com foco especial às drogas e à região de fronteira. Para nós, isso é uma prioridade e fico feliz em saber que teremos a mão estendida do governo federal para enfrentar esse grave problema.

ABr – Muitas vezes, durante a campanha, o senhor falou em um novo jeito de governar. A condição para isso seria um bom relacionamento com o governo federal?
Richa
- Tenho certeza que essa relação será a melhor possível. Assim como aconteceu quando eu era prefeito de Curitiba, que foi uma das capitais que mais recebeu recursos federais nos últimos anos, vamos formar boas parcerias com a União, apresentando bons projetos para o Paraná. Minha convicção é que teremos o apoio necessário para reconduzir o Paraná para o caminho do crescimento econômico e desenvolvimento social.

Jovens de Curitiba avaliam políticas públicas


Do G1 PR

Começa nesta segunda-feira (11) a Semana Jovem de Curitiba. A abertura oficial será feita pelo prefeito da cidade Luciano Ducci, na sede do governo. De acordo com a prefeitura, devem participar, até 17 de abril, mais de quatro mil pessoas entre 14 e 29 anos. O encontro serve para “avaliações e divulgação das atividades e políticas públicas oferecidas na área [da juventude]”, explica a nota oficial.

A Semana é organizada por 12 secretarias municipais que desenvolvem programas específicos para jovens. Serão realizadas atividades “multiculturais. A programação inclui exibição de filmes, rodas de conversa, passeios turísticos e cursos”.

Em Curitiba, a população de jovens, com idades entre 15 e 29 anos, “representa quase 27% dos moradores. São aproximadamente 482 mil rapazes e moças que estudam, trabalham e desejam viver em uma cidade com oportunidades e boa qualidade de vida”.

domingo, 10 de abril de 2011

Jogo da Solidariedade rendeu R$ 369 mil

O Jogo da Solidariedade, organizado pelo Governo do Estado e Prefeitura de Curitiba, em parceria com organizações privadas, para ajudar as vítimas das chuvas no Litoral do Paraná e do terremoto e dos tsunamis que atingiram o Japão, reuniu 22.221 torcedores no estádio Joaquim Américo, em Curitiba, nesta quinta-feira (7). A renda foi de R$ 369.140,00. Ao fim da partida, a conselheira do Clube Atlético Paranaense Yára Eisenbach entregou um cheque simbólico no valor de R$ 145 mil ao governador Beto Richa e outro de R$ 220 mil ao cônsul geral do Japão em Curitiba, Noboru Yamaguchi.

Os atletas convidados para o amistoso dividiram-se em duas equipes: Amigos do Japão, com ex-jogadores profissionais que atuaram naquele país, como Zico e Alcindo – autores da ideia da partida beneficente – junto Romário, Careca, Raí, Dunga, Zinho e Zetti, entre outros; e Amigos do Paraná, com astros do futebol paranaense, como Oséas, Paulo Rink, Paulo Baier, Pachequinho, Ricardo Pinto e Adilson Batista, entre outros.

Nenhum jogador cobrou para participar da partida, que terminou empatada em 5 x 5, com gols de Romário, Alcindo (2), Zico, Paulo Rink (2), Alberto, Oséas, Washington e Amarildo. “Todos vieram dar sua contribuição na maior boa vontade, com o objetivo de fazer desse espetáculo mais um exemplo de união e apoio ao próximo”, disse Zico.

“Foi uma bela festa, reunindo ídolos do futebol e um público maravilhoso que contribuiu para minorar o drama das pessoas que sofreram com as chuvas no nosso Litoral e com o terremoto e o tsunami no Japão”, destacou o governador Beto Richa, que jogou por 30 minutos no time dos Amigos do Paraná. Richa pediu um minuto de silêncio no estádio, em respeito aos japoneses, aos moradores afetados pelas enchentes no Litoral e pelas crianças atacadas em uma escola pública no Rio de Janeiro, na manhã de quinta-feira.

O jogador Alcindo disse ao fim do jogo que estava muito feliz com o resultado da iniciativa e que ela serviu como exemplo para outras ocasiões. “Agradeço a colaboração dos meus colegas jogadores, o trabalho da imprensa, que ajudou a divulgar, e ao Atlético, que cedeu o espaço da Arena”, afirmou.

“O mais legal é ver esse estádio lotado e saber que estamos contribuindo para uma causa tão bonita. Ajudar faz bem para o coração”, disse Romário, que fez belas jogadas na companhia de Zico e saiu de campo muito aplaudido.

O baiano Oséas disse que ficou emocionado por voltar à Baixada e ainda mais por reviver por alguns instantes em campo a antiga parceria com o colega Paulo Rink, com o qual fez dupla no Atlético Paranaense. “Foi emocionante receber o convite, pousar na cidade e chegar ao estádio lotado por um motivo tão nobre”, disse ele.

Atuaram na partida os seguintes jogadores: Ademir Alcantara, Adílson Batista (novo técnico do Atlético), Ailton, Alberto, Alcindo, Alemão, Alex Lopes, Amarildo, André Cruz, Axel, Beletti, Careca, Claiton, Dida, Dunga, Edinho Baiano, Edu Marangon, Evair, Gilmar, Gralak, Gune, Jatobá, Jorginho, Magno, Oseias, Pachequinho, Paulo Baier, Paulo Rink, Paulinho Cascavel, Preto Casagrande, Raí, Ricardo Pinto (ex-goleiro e técnico do Paraná Clube), Robson Pontes, Romário, Ronaldão, Sidney, Washington, Zetti, Zico e Zinho.

O ex-jogador Sicupira comandou os Amigos do Paraná e Valdir Espinosa os Amigos do Japão.